Suíça já tem definida sua escalação para a partida mais importante dos últimos anos. Nesta madrugada se joga a vaga para as semifinais contra a Argentina e o treinador helvético não poupou nada: experiência, força e um pouco de ousadia para surpreender.
O esquema será um 4-3-3 reconhecível. Atrás, quatro nomes com muitos jogos nas pernas. No meio-campo, Xhaka comanda. E na frente, Embolo como referência para que Ndoye e Aebischer Sow ataquem as costas da defesa albiceleste.
O onze da Suíça:
- Goleiro: Gregor Kobel
- Defensores: Denis Zakaria, Manuel Akanji, Nico Elvedi e Ricardo Rodríguez
- Meio-campistas: Remo Freuler, Granit Xhaka e Fabian Rieder
- Atacantes: Dan Ndoye, Breel Embolo e Michel Aebischer Sow
O que busca a Suíça
Suíça chega às quartas de final após completar um dos melhores torneios de sua história recente. O conjunto helvético superou a fase de grupos como segundo colocado do Grupo B, apenas atrás do Canadá, depois de somar uma vitória contra o Catar, um empate diante da Bósnia e Herzegovina e uma derrota apertada contra a seleção anfitriã.
Já nas eliminatórias, os de Murat Yakin confirmaram sua capacidade de competir nos momentos decisivos. Nas oitavas de final venceram com autoridade por 2-0 a Argélia graças a uma atuação muito sólida tanto na defesa quanto no ataque. Nas oitavas protagonizaram um dos jogos mais equilibrados do campeonato: resistiram durante 120 minutos contra a Colômbia e conseguiram a vaga para as quartas na disputa de pênaltis (4-3), com Gregor Kobel como um dos grandes protagonistas da classificação.
Esse percurso reforçou a confiança de uma seleção que mistura a experiência de jogadores como Granit Xhaka, Ricardo Rodríguez, Manuel Akanji ou Remo Freuler com a velocidade e o drible de Breel Embolo e Dan Ndoye. Contra a Argentina, a Suíça buscará voltar a demonstrar que é uma das equipes mais difíceis de vencer do campeonato e surpreender a atual campeã do mundo.