A conselheira do Mar, Marta Villaverde, sublinhou o "vínculo indissolúvel" entre Moaña e sua atividade ligada ao mar durante o pregão que deu início à XXVIII Festa do Mexilão do município.
Segundo explicou o Governo galego em uma nota de imprensa, em seu discurso a responsável autonômica ressaltou que mencionar Moaña é "pensar imediatamente no mar". "Um mar que leva séculos alimentando famílias, criando riqueza com muito esforço e escrevendo histórias de valentia", apontou.
Villaverde incidiu que nesta localidade "convergem" a pesca, o marisqueio, a aquicultura, a indústria transformadora e os estaleiros, conformando uma mesma cadeia mar-indústria de referência na Galícia.
Neste contexto, dedicou um agradecimento especial às bateeiras e bateeiros, lembrando que por trás de cada mexilhão que chega ao prato há "muitas mãos curtidas pelo salitre, que sabem esperar e que nunca perderam o respeito pelo mar".
Além disso, evocou o "papel pioneiro" de Moaña no avanço da mitilicultura galega até a situação atual, na qual "mais de 3.300 bateas desenham as rias".
Para finalizar, Villaverde expressou seu agradecimento à Associação de Mulheres de Moaña pela convite e destacou o "esforço solidário e a constância de seus integrantes para manter viva" uma das "grandes citações gastronômicas e populares" da comarca.