Quanto custa manter um ar condicionado durante uma onda de calor? Isso você pagará por usá-lo 8, 12 ou 24 horas por dia

O consumo elétrico de um ar condicionado depende de sua eficiência, da temperatura programada e do preço da luz. Embora não exista um custo único, os especialistas concordam que um uso eficiente pode reduzir notavelmente o impacto na fatura.

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EuropaPress 6891244 persona enciende aire acondicionado agosto 2025 madrid espana agencia

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Com a nova onda de calor instalada em boa parte da Espanha e temperaturas que superam amplamente os 40 graus em numerosas províncias, milhares de lares recorrem ao ar condicionado para suportar as horas de maior calor. No entanto, uma das perguntas mais repetidas a cada verão volta a ser a mesma: quanto custa realmente manter o ar condicionado ligado durante todo o dia?

A resposta depende de vários fatores, como a potência do aparelho, sua antiguidade, o isolamento da habitação ou o preço da eletricidade.

No entanto, utilizando os consumos médios dos equipamentos domésticos mais habituais e o preço da luz desta segunda-feira, é possível calcular quanto pode aumentar a fatura elétrica durante uma onda de calor.

O consumo de um ar condicionado varia conforme o tipo de equipamento

Nem todos os aparelhos consomem a mesma quantidade de eletricidade. Os modelos mais modernos com tecnologia inverter regulam automaticamente a potência uma vez alcançada a temperatura desejada, o que reduz o consumo em comparação aos antigos equipamentos de funcionamento contínuo.

Como referência, um ar condicionado doméstico eficiente costuma consumir entre 0,6 e 1 kWh por hora de funcionamento em condições normais, enquanto um aparelho mais antigo pode superar essa cifra quando trabalha de forma continuada.

Isso significa que o custo final dependerá tanto da eficiência energética do equipamento quanto do número de horas que permanecer ligado.

Quanto custa ligar o ar condicionado durante uma onda de calor?

Tomando como exemplo um aparelho com um consumo médio de 0,8 kWh por hora e o preço médio da eletricidade registrado nesta segunda-feira, o custo aproximado seria o seguinte:

Custo estimado do ar condicionado segundo o tempo de uso
Tempo de uso Consumo estimado Custo aproximado
1 hora 0,8 kWh 0,10 €
8 horas 6,4 kWh 0,77 €
12 horas 9,6 kWh 1,16 €
24 horas 19,2 kWh 2,31 €

Trata-se de uma estimativa orientativa, uma vez que o consumo real pode variar de acordo com a potência contratada, o isolamento da habitação, a temperatura exterior e a tarifa elétrica de cada consumidor.

A temperatura escolhida influencia diretamente na fatura

Um dos erros mais habituais consiste em programar o ar condicionado para temperaturas muito baixas com a ideia de esfriar antes a habitação.

Os especialistas lembram que o aparelho não esfria mais rápido por fixar uma temperatura de 18 ou 20 graus. Simplesmente trabalharão durante mais tempo e consumirão mais eletricidade.

A Organização de Consumidores e Usuários (OCU) recomenda manter o termostato entre 24 e 26 graus, uma temperatura que permite manter o conforto térmico e reduzir o consumo energético. Além disso, diversos estudos estimam que baixar um grau adicional a temperatura pode incrementar o consumo elétrico aproximadamente entre 7% e 10%, dependendo do equipamento e das condições ambientais.

É melhor desligar o ar condicionado ou deixá-lo funcionando?

Outra dúvida frequente durante as ondas de calor é se resulta mais econômico desligar o aparelho toda vez que se sai de casa ou manter uma temperatura constante.

Nos equipamentos inverter modernos, uma vez alcançada a temperatura programada, o compressor reduz consideravelmente sua potência para conservar o ambiente interior. Por isso, os especialistas consideram que, em ausências breves, manter uma temperatura estável pode resultar mais eficiente do que desligar e ligar continuamente o sistema.

Por outro lado, se a habitação vai permanecer vazia durante várias horas, o recomendável é desligar o equipamento para evitar consumos desnecessários.

Como reduzir o consumo do ar condicionado sem passar calor

A eficiência do aparelho não depende unicamente da tecnologia que incorpora. Também influenciam os hábitos de uso e as características da habitação.

Entre as recomendações mais eficazes encontram-se baixar persianas durante as horas centrais do dia, fechar portas e janelas enquanto o ar condicionado está funcionando, limpar periodicamente os filtros e evitar que a luz solar incida diretamente sobre os ambientes refrigerados.

Uma manutenção adequada pode melhorar o desempenho do equipamento e reduzir o consumo elétrico durante os episódios de calor extremo.

O ar condicionado continuará sendo um dos maiores consumos do verão

A refrigeração doméstica representa um dos principais aumentos do consumo elétrico durante os meses de verão. No entanto, os especialistas lembram que os aparelhos atuais são muito mais eficientes do que os de há uma década e que um uso responsável permite manter a casa a uma temperatura confortável sem disparar a conta.

Em um contexto de sucessivas ondas de calor e temperaturas cada vez mais elevadas, saber quanto consome realmente um ar condicionado e como utilizá-lo de forma eficiente se tornou uma das principais preocupações de milhões de lares espanhóis.

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¿Qué requisitos legales existen en España para la instalación de sistemas de aire acondicionado en viviendas?

En España, la instalación de sistemas de aire acondicionado en viviendas está regulada principalmente por la normativa estatal sobre instalaciones térmicas, edificación, eficiencia energética y ruido. El eje técnico es el Reglamento de Instalaciones Térmicas en los Edificios (RITE), complementado por el Código Técnico de la Edificación (CTE) y por la normativa de eficiencia energética y de contaminación acústica. Además, comunidades autónomas y ayuntamientos pueden exigir requisitos adicionales (proyectos, licencias, niveles de ruido) sobre esta base estatal.

1. Reglamento de Instalaciones Térmicas (RITE)

El marco básico es el RITE, aprobado por el Real Decreto 1027/2007 y modificado, entre otros, por el Real Decreto 238/2013 y el Real Decreto 178/2021.

Algunos puntos clave que afectan al aire acondicionado doméstico:

  • Ámbito: se aplica a todas las instalaciones fijas de climatización (calefacción, refrigeración y ventilación) en edificios de viviendas, tanto nuevas como reformadas.
  • Requisitos de diseño y seguridad: fija exigencias de seguridad de equipos, materiales, evacuación de condensados, accesibilidad para mantenimiento y protección frente a riesgos (eléctricos, de incendio, etc.).
  • Eficiencia energética: establece valores límite de rendimiento y exigencias de regulación y control para reducir el consumo energético.
  • Reforma de instalaciones: considera reforma, a efectos de cumplimiento, la incorporación de nuevos equipos de climatización o la sustitución de generadores de frío, incluso por otros de similares características.
  • Responsables: distribuye obligaciones entre proyectistas, empresas instaladoras y mantenedoras autorizadas y titulares de las instalaciones.

Los equipos que funcionen como equipos a presión se someten además al Reglamento de equipos a presión aprobado por el Real Decreto 809/2021.

2. Proyecto, memorias y empresa instaladora

El RITE distingue entre instalaciones que requieren proyecto técnico y las que pueden ejecutarse con memoria técnica, en función de su potencia y complejidad (criterios técnicos concretos en el propio reglamento). En todos los casos, la instalación debe ser ejecutada por empresa instaladora autorizada, inscrita en el registro autonómico correspondiente; el reglamento prevé la continuidad de las empresas ya registradas y regula el régimen de autorizaciones.

3. Código Técnico de la Edificación (CTE)

El CTE, aprobado por el Real Decreto 314/2006 (con correcciones en [corrección CTE] y múltiples modificaciones posteriores como el DB‑HE 2013, la Orden FOM/588/2017 o el Real Decreto 732/2019 y el Real Decreto 450/2022), fija exigencias básicas de:

  • Ahorro de energía (DB‑HE): limita demanda energética y exige rendimientos mínimos, aislamiento, estanqueidad y sistemas eficientes; condiciona indirectamente la elección y dimensionado del aire acondicionado.
  • Salubridad (DB‑HS): afecta a ventilación interior y evacuación de condensados.
  • Protección frente al ruido (DB‑HR): regulado por el Real Decreto 1371/2007 y su modificación por el Real Decreto 1675/2008, incide en la colocación de equipos para cumplir los objetivos acústicos en interiores.

4. Eficiencia energética y certificados

La instalación y uso de aire acondicionado repercute en la calificación energética de la vivienda. El Real Decreto 390/2021 establece el procedimiento básico para la certificación energética de edificios. Los requisitos mínimos de eficiencia se fijan en el CTE, pero el certificado debe reflejar el sistema de climatización existente y su eficiencia, lo que condiciona reformas y sustituciones de aparatos.

Además, existen programas de ayudas a la rehabilitación energética, como los desarrollados en resoluciones del IDAE (programa 2013, modificación 2015, convocatoria 2017) y reales decretos como el Real Decreto 737/2020 o el Real Decreto 853/2021, que incentivan la mejora de instalaciones térmicas.

5. Ruido y molestias a vecinos

Las unidades exteriores de aire acondicionado deben respetar la normativa estatal sobre ruido y las ordenanzas locales. A nivel básico, rige la Ley 37/2003, del Ruido, desarrollada por el Real Decreto 1513/2005 (evaluación y gestión del ruido ambiental, con sucesivas modificaciones como las Órdenes PCI/1319/2018, PCM/542/2021 y PCM/80/2022) y por el Real Decreto 1367/2007, que fija objetivos de calidad acústica y valores límite de emisión.

Esta normativa se coordina con el CTE‑DB HR y con la planificación urbanística, y sirve de referencia para que comunidades autónomas y ayuntamientos establezcan sus propios límites de nivel sonoro para maquinaria e instalaciones en fachadas y patios. En la práctica, la ubicación, potencia acústica y horarios de funcionamiento de las unidades exteriores deben adaptarse a estos límites, so pena de sanciones o exigencia de medidas correctoras.

6. Otros elementos normativos y contexto

El ecosistema regulatorio se completa con disposiciones sobre sostenibilidad y eficiencia (por ejemplo, las medidas de ahorro energético que han dado lugar al control constitucional del Real Decreto‑ley 14/2022, el Real Decreto 1052/2022 sobre zonas de bajas emisiones y resoluciones recientes como la actualización del catálogo de medidas de eficiencia), además de instrumentos de planificación de vivienda como el Plan Estatal de Vivienda 2018‑2021 o el anterior Plan 2013‑2016.

Finalmente, deben tenerse en cuenta recomendaciones europeas sobre aislamiento térmico y uso racional de la energía en edificios (Recomendación 1976 aislamiento, Recomendación 1976 calefacción) que inspiran la normativa española.

¿Qué diferencia de requisitos hay entre instalar un split pequeño en una vivienda y una instalación de climatización centralizada en todo el edificio? ¿Qué límites de ruido concretos se aplican a las unidades exteriores de aire acondicionado según la normativa estatal y las ordenanzas municipales? ¿Cómo influye la sustitución de un equipo de aire acondicionado antiguo por uno nuevo en la calificación de eficiencia energética del piso?

¿Qué normativa regula la eficiencia energética mínima de los aparatos de aire acondicionado en la Unión Europea y en España?

La eficiencia energética mínima de los aparatos de aire acondicionado en la UE se fija, en lo esencial, mediante la normativa europea de diseño ecológico y de etiquetado energético, y España la aplica a través de reales decretos marco y de la normativa de instalaciones en edificios (RITE y CTE). A nivel europeo, los requisitos mínimos (incluidos parámetros estacionales tipo SEER/SCOP) se aprueban en Reglamentos de la Comisión dictados al amparo de la Directiva 2009/125/CE (ecodiseño) y de la Directiva 2010/30/UE (etiquetado energético), entre ellos el Reglamento Delegado (UE) n.º 626/2011 sobre etiquetado de acondicionadores de aire. En España, el marco básico para todos los “productos relacionados con la energía” es el Real Decreto 187/2011 (diseño ecológico) y, para el etiquetado, el Real Decreto 1390/2011, que incorpora la Directiva 2010/30/UE y menciona expresamente el Reglamento Delegado (UE) n.º 626/2011. Además, para equipos instalados en edificios, el RITE (Real Decreto 1027/2007, modificado por el Real Decreto 238/2013 y el Real Decreto 178/2021) y el Código Técnico de la Edificación (modificado por el Real Decreto 450/2022) condicionan las exigencias de rendimiento energético global de las instalaciones.

1. Marco europeo: ecodiseño y etiquetado energético

Las fuentes españolas dejan claro que España no fija autónomamente los mínimos de eficiencia de los aparatos de aire acondicionado, sino que aplica medidas europeas:

  • El Real Decreto 187/2011, de 18 de febrero
  • Transpone la Directiva 2009/125/CE, que establece el marco de requisitos de ecodiseño para productos relacionados con la energía.
  • Indica que corresponde a la Comisión Europea aprobar las “medidas de ejecución” que fijan los requisitos concretos de diseño ecológico para cada familia de productos, entre ellos los aparatos de aire acondicionado.
Véase el Real Decreto 187/2011.
  • El Real Decreto 1390/2011, de 14 de octubre, regula la indicación del consumo de energía y otros recursos de los productos relacionados con la energía mediante el etiquetado:
    • Incorpora la Directiva 2010/30/UE sobre etiquetado de productos relacionados con la energía.
    • Enumera los Reglamentos Delegados de la Comisión que desarrollan el etiquetado para distintos productos, incluyendo el Reglamento Delegado (UE) n.º 626/2011, “en lo que respecta al etiquetado energético de los acondicionadores de aire”.
    Puede consultarse el Real Decreto 1390/2011.
  • De este modo, los valores mínimos concretos de eficiencia estacional (SEER/SCOP), potencias límite, consumos en modo espera, etc., están fijados en los Reglamentos de ejecución y delegados de la Comisión Europea dictados al amparo de esas directivas. En las fuentes consultadas solo aparece expresamente el Reglamento Delegado (UE) n.º 626/2011; no se dispone de más detalle sobre otros Reglamentos específicos de ecodiseño para aire acondicionado, por lo que no es posible precisar aquí sus números ni los valores límite.

    2. Marco español que aplica y complementa la normativa europea

    2.1. Productos relacionados con la energía (aire acondicionado como equipo)
    • Real Decreto 187/2011:
      • Define qué es “producto relacionado con la energía” y establece que solo pueden ponerse en el mercado si cumplen las medidas de ejecución europeas aplicables.
      • Deroga y refunde el anterior Real Decreto 1369/2007, ampliando el ámbito de los productos.
      Texto completo: [enlace].
    • Real Decreto 1390/2011:
      • Establece el régimen español de etiquetado energético de productos, incluida la obligación de mostrar las clases de eficiencia según los Reglamentos delegados de la UE.
      • Conecta expresamente con el Reglamento Delegado (UE) n.º 626/2011 sobre acondicionadores de aire.
      Texto: [enlace].

    Estos dos reales decretos son de carácter marco: no fijan por sí mismos el SEER o SCOP mínimos de los aires acondicionados, sino que remiten a los Reglamentos europeos que son directamente aplicables en España.

    2.2. Instalaciones en edificios: RITE, certificación y CTE

    Para la eficiencia de los sistemas de climatización como parte de un edificio (más allá del aparato individual) operan otras normas:

    • Reglamento de Instalaciones Térmicas en los Edificios (RITE):
      • Aprobado por el Real Decreto 1027/2007 (no incluido completo en las trazas), ha sido modificado por:
      • Regula las exigencias de rendimiento global de las instalaciones térmicas, controles, mantenimiento y contabilización de consumos (complementado por el Real Decreto 736/2020).
    • Código Técnico de la Edificación (CTE):
      • Modificado por el Real Decreto 450/2022, que refuerza las exigencias de eficiencia energética de los edificios, lo que indirectamente condiciona las prestaciones de los sistemas de climatización admisibles.
    • Certificación de eficiencia energética de edificios:
      • Regulada por el Real Decreto 390/2021, que aprueba el procedimiento básico de certificación y deroga parcialmente el Real Decreto 235/2013 ([enlace]).
      • Esta certificación obliga a considerar el rendimiento de los equipos de climatización y, por tanto, incentiva el uso de aparatos más eficientes.
    • Como marco general de eficiencia energética también inciden:
      • El Real Decreto 56/2016, sobre auditorías energéticas y eficiencia en el suministro.
      • Normas de calidad del aire (Real Decreto 102/2011), que, aunque no fijan rendimientos de los equipos, forman parte del contexto regulatorio energético y ambiental.

    3. Otras referencias normativas mencionadas

    En el ecosistema regulatorio aparecen, como contexto o antecedentes, otras normas no específicas de aire acondicionado pero relacionadas con energía, industria o normalización técnica, entre ellas:

    ¿Qué valores mínimos de SEER y SCOP fijan actualmente los reglamentos europeos para los aires acondicionados domésticos más habituales? ¿Cómo aplica en la práctica el RITE estos requisitos de eficiencia a la hora de diseñar o reformar una instalación de climatización en un edificio? ¿Qué diferencias hay entre las exigencias europeas de etiquetado energético para aires acondicionados y las que se exigen en España a nivel de registro, inspecciones o sanciones?

    ¿Cuántas ayudas públicas están disponibles actualmente para mejorar la eficiencia energética en los hogares españoles?

    En este momento no existe una cifra única cerrada de “cuántas” ayudas hay, porque se trata de decenas de líneas y convocatorias distintas repartidas entre la Administración General del Estado, las comunidades autónomas y muchos ayuntamientos. Sí se puede decir que, a nivel estatal, siguen vigentes varios grandes programas de rehabilitación residencial y autoconsumo, junto con potentes deducciones fiscales en el IRPF, y que casi todas las comunidades tienen sus propias convocatorias complementarias. Para un hogar concreto, lo relevante es combinar ayudas estatales, autonómicas y fiscales, más que el número exacto de programas.

    1. Grandes bloques estatales de ayudas directas

    El marco básico lo dan tres reales decretos del Plan de Recuperación:

    • Programas de rehabilitación residencial y eficiencia energética, regulados por el Real Decreto 853/2021, con seis líneas de ayuda (barrios, edificios, viviendas, libro del edificio, etc.), incluyendo el Programa de ayuda a las actuaciones de mejora de la eficiencia energética en viviendas, según el propio Real Decreto 853/2021.
    • Programa PREE 5000 para rehabilitación energética de edificios en municipios de reto demográfico, regulado por el Real Decreto 691/2021 y ampliado sucesivamente por resoluciones del IDAE en 2022–2024, como las de 2024 publicadas en el BOE (28‑06‑2024, 26‑06‑2024 y otras similares citadas en esas resoluciones).
    • Programas de incentivos al autoconsumo, almacenamiento y sistemas térmicos renovables (calderas eficientes, bombas de calor, solar térmica, etc.), regulados por el Real Decreto 477/2021 y ampliados por el Real Decreto 377/2022 y por el Real Decreto 36/2023.

    Además, sigue activo el Programa PREE 5000 con sucesivas ampliaciones presupuestarias publicadas en el BOE en 2023 y 2024, y un nuevo paquete de ayudas a rehabilitación que en la práctica permite alcanzar hasta 18.800 € por vivienda (y más en casos de vulnerabilidad), como recogen análisis recientes de ayudas de eficiencia energética (Tinsa, Endesa, Guardian Sun, Eniplenitude).

    El nuevo Plan Estatal de Vivienda 2026‑2030 incorpora, según la nota oficial del Ministerio de Vivienda, ayudas a la rehabilitación con hasta 20.500 € por vivienda para eficiencia energética, más complementos en cascos históricos, pudiendo llegar a 50.000 € por vivienda en casos de patrimonio protegido (nota de Moncloa, nota del Ministerio).

    2. Deducciones fiscales y bonificaciones

    Al margen de subvenciones directas, el Gobierno mantiene un régimen amplio de deducciones en el IRPF por obras de eficiencia energética:

    • Deducciones del 20 %, 40 % y hasta 60 % por obras que reduzcan la demanda de calefacción/refrigeración o el consumo de energía primaria no renovable, o que eleven la calificación energética de la vivienda o del edificio, prorrogadas al menos hasta el 31‑12‑2025 según la nota de Hacienda (Hacienda, 23‑12‑2024) y posteriormente extendidas a actuaciones 2025‑2026 en el nuevo decreto de alivio fiscal recogido por Demócrata (artículo sobre el decreto).
    • Demócrata detalla que estas deducciones pueden llegar al 60 % con un máximo de 5.000 € anuales y 15.000 € acumulados (análisis de Hacienda y Renta 2026, especial sobre Renta 2026).

    En paralelo, el Ministerio para la Transición Ecológica impulsa el uso de bombas de calor mediante el sistema de Certificados de Ahorro Energético (CAE), mejorando el valor de los ahorros cuando se sustituyen calderas fósiles por bombas de calor en hogares, tal y como recoge Demócrata (artículo sobre bombas de calor) y el propio Real Decreto 36/2023.

    3. Programas autonómicos y locales

    A estos programas estatales se suman múltiples convocatorias autonómicas y municipales. Las fuentes oficiales y Demócrata muestran, entre otros ejemplos:

    • Comunitat Valenciana: líneas para rehabilitación energética de edificios y viviendas (más de 86,8 millones) y ayudas específicas para renovables térmicas en viviendas particulares (aerotermia, geotermia, biomasa, etc.): rehabilitación energética, renovables térmicas, más la convocatoria autonómica de eficiencia energética en vivienda (procedimiento GVA).
    • Galicia: convocatorias para mejora de eficiencia energética de viviendas (habitualmente enfocadas a cambio de ventanas y envolvente térmica) y programas para hogares y vivienda en alquiler, según la Xunta (convocatoria 2025, ayudas hogares).
    • Andalucía: actuaciones de rehabilitación energética de viviendas públicas y privadas, como las recogidas en el Plan Ecovivienda (ejemplo en Jaén).
    • País Vasco: programas de autoconsumo y térmicas renovables financiados vía RD 477/2021, algunos de ellos agotados por alta demanda (resolución del EVE).
    • Ayuntamiento de Madrid: línea Cambia 360 para sustitución de calderas por climatización eficiente en edificios residenciales (nota de Madrid).

    Otros programas relevantes que inciden en hogares vulnerables son el futuro Plan Social para el Clima, con 9.099 millones y 4.723 millones para edificios (rehabilitación, climatización renovable, comunidades energéticas, etc.), según la nota del MITECO (Plan Social para el Clima), y el refuerzo de la lucha contra la pobreza energética en la Estrategia 2026‑2030, que prevé programas piloto de “rehabilitación exprés” en viviendas vulnerables, tal y como ha explicado Demócrata (estrategia contra la pobreza energética) y la nota de MITECO sobre escudo social (escudo social).

    En resumen: más que un número concreto de ayudas, existe un ecosistema de programas estatales de rehabilitación y autoconsumo, deducciones fiscales y convocatorias autonómicas y locales que, combinados, permiten financiar desde cambio de ventanas y aislamiento hasta bombas de calor y placas solares en los hogares españoles. La disponibilidad exacta depende de cada comunidad y de si su convocatoria concreta sigue abierta.

    ¿Qué requisitos concretos debe cumplir mi vivienda para acceder a las ayudas estatales de rehabilitación energética? ¿Qué comunidades autónomas ofrecen ahora mismo más ayudas adicionales para cambiar ventanas, calderas o instalar aerotermia? ¿Cómo puedo combinar las subvenciones directas con las deducciones en el IRPF para una misma obra de eficiencia energética?

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