O México anotou um aumento do PIB de 1,5% no segundo trimestre de 2026, impulsionado por um crescimento estendido no conjunto dos setores produtivos, de acordo com a Estimativa Oportuna do Produto Interno Bruto Trimestral (EOPIBT) publicada pelo Instituto Nacional de Estatística e Geografia (INEGI).
Com dados corrigidos de efeitos sazonais, na metade do ano a economia mexicana conseguiu se recuperar em relação ao trimestre anterior, quando o PIB havia caído 0,8%. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, a atividade econômica foi 2,1% maior.
Por ramos de atividade, o setor primário aumentou sua produção trimestral em 3,3%, enquanto a indústria avançou 1,6% e os serviços o fizeram em 1,5%. Na variação anual, a agricultura, a pesca e a pecuária subiram 7,3%, as manufaturas aumentaram 0,8% e o setor de serviços se expandiu 2,5%.
O Inegi detalhou em 9 de julho que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do México terminou junho em 3,37% em relação ao ano anterior, o que implicou uma moderação em relação ao 3,94% observado em maio. A inflação subjacente situou-se em 4,03%, 16 centésimos abaixo do mês anterior.