A Consejería de Agricultura, Pesca, Água e Desenvolvimento Rural da Junta da Andaluzia reiterou a necessidade de aplicar o protocolo de controle biológico elaborado no final da última campanha hortofrutícola para prevenir a expansão do Thrips parvispinus, depois que esta praga começou a aparecer em estufas do Poniente almeriense.
Conforme informou a Administração andaluza através da Rede de Alerta e Informação Fitosanitária (RAIF), uma vez concluído o transplante do pimentão, em algumas das zonas mais precoces, como Adra, Berja e Dalías, começou-se a constatar a presença de trips.
Diante dessa situação, o departamento autonômico voltou a colocar o foco nas medidas fitossanitárias previstas para a prevenção e o controle da praga, que incluem um protocolo específico de controle biológico para o cultivo de pimentão em estufa. Essas diretrizes foram registradas na normativa publicada no dia 17 de abril no BOJA.
A Junta sublinhou que a Delegação Territorial de Almería continuará realizando inspeções em campo para verificar se os produtores cumprem corretamente as medidas de caráter obrigatório, "iniciando os devidos processos sancionadores", tudo isso "com o objetivo de mitigar o impacto desta e de outras pragas sobre o restante dos agricultores".
De acordo com os últimos dados tornados públicos pela Junta, na província de Almería foram realizadas 597 inspeções em campo para verificar a colheita das culturas já finalizadas. Como resultado dessas ações, foram iniciados 209 processos sancionadores por descumprimentos e pela detecção de riscos fitossanitários.
Nessa linha, a Delegação Territorial de Almería destacou que mantém operativo um canal de denúncias anônimo através dos telefones 950011033 e 950011034 para comunicar qualquer prática que possa representar um risco para o setor agrário.