CECA reclama que o relatório da UE sobre competitividade bancária se traduza em medidas contra a fragmentação

CECA apoia o relatório da Comissão Europeia sobre competitividade, mas exige reformas para reduzir a fragmentação e simplificar a regulação bancária.

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A Confederação Espanhola de Caixas de Poupança (CECA) acolheu de forma favorável o relatório sobre competitividade apresentado esta sexta-feira pela Comissão Europeia, ao entender que põe de manifesto que as instituições comunitárias "tomaram consciência" da urgência de reforçar a competitividade da economia da União Europeia.

No entanto, a patronal das caixas de poupança insistiu que as conclusões do documento devem materializar-se em um pacote de reformas que sirva, por um lado, para reduzir a fragmentação do mercado bancário europeu e, por outro, para simplificar o quadro regulatório e de supervisão vigente.

Nesta linha, a CECA sustentou que a União Europeia tem agora uma oportunidade para impulsionar medidas "ambiciosas" e avançar para uma cultura regulatória e supervisora capaz de equilibrar a estabilidade financeira com a competitividade do negócio bancário.

Ao mesmo tempo, a organização comunicou que, junto com a Federação Europeia de Caixas de Poupança e Bancos Minoristas (ESBG, pelas suas siglas em inglês), intervirá no debate aberto pela Comissão Europeia mediante a remissão de propostas concretas orientadas a reforçar a função das entidades financeiras.

Tal como assinalou, a finalidade destas iniciativas será facilitar que os bancos continuem desenvolvendo seu papel de financiamento de famílias e empresas, ao mesmo tempo que apoiam o crescimento econômico e o bem-estar do conjunto da sociedade.

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