A taxa de desemprego do Brasil situou-se no segundo trimestre em 5,4%, após descer sete décimos em relação aos três primeiros meses do ano, com o que volta a marcar o mesmo mínimo de 2026 registrado no período de novembro de 2025 a janeiro deste ano.
De acordo com os números divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), "5,9 milhões de pessoas buscaram trabalho sem sucesso durante o trimestre finalizado no equador do ano, 718.000 a menos que entre janeiro e março".
A população ocupada ascendeu a "103,1 milhões" de trabalhadores, o que representa um avanço trimestral de "1,1% (1,081 milhões)" e um incremento anual de "0,7% em relação aos dados de 2025 (742.000)". Desta forma, a taxa de emprego alcançou "58,8%", cinco décimos acima do nível registrado três meses antes.
No setor privado mantiveram-se "39,4 milhões de trabalhadores com contrato, sem mudanças", enquanto o número de assalariados sem contrato elevou-se a "13,6 milhões", um "2,2%" a mais. Além disso, contabilizaram-se "26,1 milhões de autônomos e 13 milhões de empregados públicos, sem variação e um 2,6% a mais, respectivamente".