Petrobras decidiu interromper de forma temporária dois dos quatro contratos assinados com a companhia de serviços marítimos Columbus Offshore, por um valor conjunto de 413,2 milhões de reais (70,4 milhões de euros), destinados a trabalhos de reparação nas plataformas de reboque e ancoragem de dois embarcações.
"Os navios Geonisio Barroso e Yvan Barretto estão submetidos a uma manutenção corretiva e [...] circunstâncias alheias à empresa, entre elas, problemas relacionados com as peças de reposição importadas, provocaram que os prazos de reparação se tenham prolongado além do previsto inicialmente", explicou a MLog, matriz da Columbus Offshore, em um fato relevante com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Dessa forma, Columbus Offshore e Petrobras pactuaram parar o contrato relativo ao Geonisio Barroso durante 365 dias e o correspondente ao Yvan Barretto por 240 dias. Decorridos esses prazos, a petrolífera brasileira comprometeu-se a reativar automaticamente as condições do acordo e a estender sua duração por um período igual ao tempo de suspensão.
Em paralelo, ambas as partes deixaram aberta a opção de modificar essas moratórias se forem dadas as circunstâncias oportunas que permitam completar antes do tempo as reparações dos navios.