O ministro de Direitos Sociais, Consumo e Agenda 2030, Pablo Bustinduy, afirmou que o Governo vai "com muita ilusão" à apresentação dos Orçamentos Gerais do Estado (PGE) de 2027, embora esteja ciente de que, por enquanto, não dispõe dos apoios parlamentares suficientes para garantir sua aprovação.
Após inaugurar nesta quarta-feira um dos cursos de verão da Universidade Complutense em San Lorenzo de El Escorial, Bustinduy adiantou que as próximas contas públicas incorporarão a prestação universal por criação e expressou sua confiança de que a senda de estabilidade --o conhecido como 'teto de gasto'-- consiga uma maioria quando for submetida ao Plenário do Congresso nesta quinta-feira.
Igualmente, sublinhou que o Executivo mantém conversas para que o Real Decreto Lei de habitação, que inclui a prorrogação reforçada dos aluguéis, fique aprovado antes do final do mês de julho.
O ministro ressaltou que irão ao Parlamento com "toda a determinação, a força e a convicção" e defendeu que "a imensa maioria" da cidadania apoia essas iniciativas, pelo que vão "lutar para que avancem".
Por fim, o titular de Direitos Sociais destacou que na semana passada conseguiram aprovar a reforma da Lei de Deficiência e Dependência, à qual se referiu como "a refundação do sistema de cuidados na Espanha", aprovada com o único voto contra do Vox e a abstenção do Partido Popular.