O diretor geral de Defesa do Monte, Manuel Francisco, recebeu no Centro de Coordenação Central de San Lázaro o general Andrés González, chefe da Força Galícia (JEFZA Galícia) e da Brigada Galícia VII (Brilat), com o objetivo de analisar o início da Operação Centinela, o dispositivo de vigilância das montanhas galegas frente aos incêndios florestais.
Desde a última segunda-feira, 10 de agosto, a operação mantém em serviço um desdobramento de 35 patrulhas terrestres e duas equipes de manutenção móvel distribuídas pelo território galego, após antecipar cinco dias seu início em relação a 2025.
Esta cooperação entre Meio Rural e as Forças Armadas, que se prolongará até 25 de setembro, busca reforçar a vigilância na montanha e a identificação dos possíveis causadores dos incêndios, perseguindo ainda que a presença de efetivos militares no território "dissuada os possíveis responsáveis por práticas delituosas", segundo aponta Meio Rural.
A missão se insere em um convênio assinado entre a Consellería e o Ministério da Defesa que permite articular este desdobramento. O acordo conta com uma contribuição autonômica próxima a 594.000 euros e inclui a opção de que as patrulhas incorporem vigilância aérea de apoio por meio de unidades de drone se a situação assim o exigir.
O encontro desta quinta-feira também permitiu que o general de brigada González conhecesse de perto as instalações do Centro de Coordenação Central e a estrutura organizativa do dispositivo autonômico contra os incêndios, assim como as diferentes aplicações informáticas utilizadas nas atividades de prevenção e extinção de incêndios.