Quem vai pegar a Copa se a Espanha ganhar e o que farão Trump, Sánchez e o Rei Felipe VI

Rodri seria o encarregado de recolher e levantar a Copa do Mundo se a Espanha derrotar a Argentina na final da Copa do Mundo 2026. Donald Trump e Gianni Infantino entregariam conjuntamente o troféu, enquanto Pedro Sánchez acompanharia a cerimônia do palco de autoridades, sem um papel oficial confirmado sobre o gramado.

3 minutos

Evento De Presentación Del Trofeo Original De La Copa Mundial De La FIFA 2026 GUSTAVO VALIENTE / EUROPA PRESS

Evento De Presentación Del Trofeo Original De La Copa Mundial De La FIFA 2026 GUSTAVO VALIENTE / EUROPA PRESS

Adicione DEMOCRAT no Google

Pergunte à FREN

Publicado

Última atualização

3 minutos

Mais lido

A final da Copa do Mundo 2026 entre Espanha e Argentina não termina com o último apito. Se a seleção espanhola se proclamar campeã, começará uma cerimônia que terá como protagonista Rodri Hernández e que também deixará uma das imagens políticas mais esperadas do torneio: Donald Trump entregando a Copa à seleção espanhola.

Rodri figura como capitão da Espanha na final e seria, portanto, o jogador encarregado de receber o troféu e levantá-lo diante de seus companheiros. O meio-campista saiu como titular contra a Argentina com a braçadeira, dentro do mesmo onze que derrotou a França nas semifinais.

Rodri recolheria a Copa como capitão da Espanha

A FIFA estabeleceu que o troféu será entregue ao capitão da seleção vencedora. No caso da Espanha, esse papel corresponde a Rodri, que lidera a equipe de Luis de la Fuente na final disputada no New York New Jersey Stadium.

Após receber as medalhas de campeões, os jogadores espanhóis subiriam à plataforma de premiação. Rodri seria o último jogador a avançar até o troféu, antes de retornar junto ao resto da equipe e levantar a Copa.

Somente uma circunstância excepcional ou uma mudança de protocolo alteraria essa sequência. Embora Rodri fosse substituído durante a partida e entregasse a braçadeira a outro jogador, continuaria sendo o capitão designado da seleção durante a final.

Donald Trump entregaria a Copa junto a Infantino

Donald Trump apareceria no momento culminante da cerimônia. A FIFA confirmou que o presidente dos Estados Unidos e o presidente do organismo, Gianni Infantino, apresentarão conjuntamente o troféu ao capitão da equipe campeã.

Isso significa que, se a Espanha ganhar, Trump e Infantino entregariam a Copa a Rodri. Depois chegaria a fotografia do capitão espanhol com o troféu e o levantamento junto a toda a equipe.

A presença de Trump responde também à condição dos Estados Unidos como um dos três países organizadores da Copa do Mundo, junto ao Canadá e ao México. O presidente americano chegou ao estádio no helicóptero presidencial e ocupou um lugar central no palco de autoridades.

Quando apareceria Pedro Sánchez na sequência

Pedro Sánchez não tem uma função oficial na entrega da Copa. A agenda de La Moncloa indica que o presidente do Governo acompanha os reis Felipe VI e Letizia, a princesa das Astúrias e a infanta Sofia durante a final.

A sua aparição ocorreria principalmente nas imagens do palco: antes da partida, durante os hinos, nas reações aos gols e depois do apito final. Se a Espanha ganhar, as câmeras previsivelmente buscarão sua celebração junto à delegação espanhola.

No entanto, não está anunciado que Sánchez desça ao gramado nem que participe na entrega das medalhas ou do troféu. A informação oficial coloca Trump e Infantino como responsáveis por apresentar a Copa ao campeão.

Questionado antes da partida sobre o fato de que Trump entrega o troféu, Sánchez respondeu: "Me importa mais quem a receba". Uma frase que aponta diretamente para Rodri e para a possibilidade de que a Espanha consiga sua segunda estrela.

Quando apareceria o rei Felipe VI se a Espanha ganhar o Mundial

Felipe VI teria protagonismo depois do apito final, primeiro do palco de autoridades, onde celebraria o título junto à rainha Letizia, à princesa Leonor, à infanta Sofia e a Pedro Sánchez. A Casa Real confirmou a presença da família real na final, mas não anunciou que o monarca participe na entrega da Copa sobre o gramado.

A sequência prevista se a Espanha ganhar o Mundial

A FIFA não publicou um roteiro completo minuto a minuto, mas a cerimônia seguiria previsivelmente esta ordem: final do encontro, preparação do cenário, entrega de medalhas à Argentina, medalhas para os jogadores espanhóis e apresentação do troféu ao capitão.

Nesse momento apareceriam Trump e Infantino sobre a plataforma. Rodri pegaria a Copa, voltaria junto aos seus companheiros e a levantaria como capitão da nova campeã do mundo.

Sánchez permaneceria inicialmente no palco junto à família real. Depois poderia participar nos cumprimentos institucionais ou felicitar os jogadores, embora essa parte da cerimônia não tenha sido confirmada oficialmente.

Espanha busca sua segunda Copa do Mundo

A Espanha disputa contra a Argentina a segunda final mundialista de sua história. A seleção ganhou seu primeiro título na África do Sul 2010, quando Iker Casillas levantou a Copa depois do gol de Andrés Iniesta frente aos Países Baixos.

Dezesseis anos depois, Rodri ocupa o lugar do capitão. Se a Espanha voltar a se proclamar campeã, a última imagem do Mundial será a do meio-campista levantando o troféu que lhe terão entregue Donald Trump e Gianni Infantino.

Mais chaves, contexto e perguntas com FREN

CONTEÚDO GERADO POR IA

¿Cuáles son las competencias y funciones del presidente del Gobierno español durante eventos deportivos internacionales según la legislación vigente?

La legislación vigente en España no establece un régimen específico de competencias del presidente del Gobierno “durante eventos deportivos internacionales”. En estos casos, el presidente actúa con las mismas funciones generales que tiene siempre: dirigir la política interior y exterior, representar al Gobierno y coordinar la acción del Ejecutivo. La normativa sectorial deportiva asigna la gestión y representación formal del deporte español sobre todo al Consejo Superior de Deportes y a las federaciones, mientras que la presencia del presidente en Juegos Olímpicos, Mundiales, Eurocopas, etc. es fundamentalmente una manifestación de su función general de representación política del Gobierno y del Estado.

1. Funciones generales del presidente del Gobierno relevantes para eventos deportivos

El marco básico está en la Ley 50/1997, del Gobierno. En ella se precisa que:

  • El Gobierno dirige la política interior y exterior, la Administración civil y militar y la defensa del Estado, y ejerce la función ejecutiva y la potestad reglamentaria (inicio del Título I, recogido en el extracto).
  • El Gobierno se compone del presidente, los vicepresidentes (si los hay) y los ministros.
  • El presidente del Gobierno dirige la acción del Gobierno y coordina las funciones de los demás miembros.
  • De forma expresa, al presidente le corresponde:
    • Representar al Gobierno (letra a).
    • Determinar las directrices de la política interior y exterior y velar por su cumplimiento (letra b).
    • Convocar, presidir y fijar el orden del día del Consejo de Ministros, refrendar actos del Rey, interponer recursos de inconstitucionalidad, crear y suprimir departamentos ministeriales, etc.

Ninguna de estas previsiones menciona específicamente acontecimientos deportivos, pero de ellas se deriva que, cuando el presidente acude a unos Juegos Olímpicos o a una final de Mundial, lo hace en ejercicio de sus funciones de representación del Gobierno y de dirección de la política exterior (dimensión diplomática y de imagen-país de estos eventos).

Además, la política exterior del Estado, en cuyo marco se insertan muchas decisiones ligadas a candidaturas, acuerdos con otros países, etc., se regula con carácter general en la Ley 2/2014, de la Acción y del Servicio Exterior del Estado. Esta ley define los principios, órganos y coordinación de la acción exterior, en la que el Gobierno —bajo la dirección política del presidente— fija posiciones también en materia de diplomacia deportiva o apoyo a grandes eventos, aunque no entra al detalle del papel personal del presidente en los mismos.

2. Normativa deportiva: quién representa al deporte español

La normativa básica vigente es la Ley 39/2022, del Deporte. En su preámbulo se destaca que:

  • El deporte de alto nivel y la representación del deporte español se configuran como cuestiones de interés público por su proyección internacional.
  • Se detalla con nitidez el régimen de competencias del Consejo Superior de Deportes (CSD), las funciones que ejerce por delegación del Estado a través de las federaciones deportivas españolas y las competencias propias de estas.
  • La ley subraya el carácter administrativo del sistema de licencias para participar en competiciones oficiales de ámbito estatal e internacional.

Es decir, la Ley del Deporte identifica como actores centrales en la representación deportiva al CSD y a las federaciones, no al presidente del Gobierno. Su papel en el deporte internacional es institucional y de política general, no de gestión deportiva.

El Real Decreto 460/2015, que aprueba el Estatuto del Consejo Superior de Deportes, precisa que el presidente del CSD (con rango de secretario de Estado) ejerce la representación y superior dirección del CSD y preside órganos como la Asamblea General del Deporte. De nuevo, esto refuerza que la representación técnica y federativa en competiciones internacionales corresponde al sistema deportivo público (CSD) y federativo, no al presidente del Gobierno.

3. Papel del Consejo de Ministros en grandes eventos deportivos

Aunque no se regulan funciones personales del presidente en los eventos, el Consejo de Ministros —que él convoca y preside según la Ley 50/1997— adopta decisiones clave sobre grandes citas deportivas:

  • Por ejemplo, el Real Decreto 1034/2022 concede una subvención directa a la Real Federación Española de Fútbol para la preparación y desarrollo de la candidatura para el Mundial de la FIFA 2030, actuando el Gobierno como impulsor político y financiero.

En estos casos, la intervención del presidente es la propia de jefe del Ejecutivo: dirige la posición política del Gobierno, preside el órgano que aprueba las subvenciones o apoyos y, en su caso, representa al Gobierno en actos de firma de acuerdos, presentaciones internacionales o ceremonias ligadas a la candidatura o al evento.

4. Ausencia de un régimen específico “durante” las competiciones

En las normas analizadas no se ha encontrado ninguna disposición que:

  • Atribuya competencias adicionales o especiales al presidente exclusivamente “durante” Juegos Olímpicos, Mundiales, Eurocopas u otros campeonatos.
  • Limite de manera singular sus funciones en esos periodos.

Por tanto, su actuación en estos contextos se apoya en sus funciones generales de dirección política, representación del Gobierno y coordinación del Ejecutivo. La dimensión deportiva concreta (inscripciones, licencias, equipos nacionales, organización técnica, reglamentación de las competiciones) recae en el CSD, las federaciones y las entidades organizadoras, según la Ley 39/2022 y el Real Decreto 460/2015.

¿Podrías concretar cómo se coordina en la práctica el presidente del Gobierno con el CSD y las federaciones en unos Juegos Olímpicos? ¿Qué margen tiene el presidente del Gobierno para influir jurídicamente en una candidatura española a unos Juegos Olímpicos o a un Mundial? ¿Existe alguna regulación específica sobre la presencia conjunta del Rey y del presidente del Gobierno en ceremonias deportivas internacionales?

¿Cuál es el proceso parlamentario para la aprobación de leyes relacionadas con la organización de eventos deportivos internacionales en España?

Las leyes sobre organización de grandes eventos deportivos internacionales (mundiales, europeos, JJ. OO., etc.) se aprueban en España siguiendo el mismo procedimiento parlamentario que cualquier otra ley estatal, pero suelen tramitarse con especial coordinación con el Gobierno, las comunidades autónomas implicadas y los plazos de las candidaturas internacionales. Pueden nacer como proyecto del Gobierno o como proposición de los grupos, y se debaten primero en el Congreso y después en el Senado, con fases de enmiendas, comisión y Pleno. Cuando hay fechas límite marcadas por federaciones internacionales, es frecuente recurrir a la tramitación urgente o a figuras como el decreto-ley, que luego se convalida y puede tramitarse como proyecto de ley.

¿Quién puede iniciar la ley?

En este ámbito, la iniciativa legislativa puede corresponder a:

  • Gobierno: es lo más habitual cuando se trata de adaptar el marco jurídico para una candidatura o un gran evento (fiscalidad específica, regímenes de visados, seguridad, obra pública, etc.). El texto se aprueba primero como anteproyecto en el Consejo de Ministros y se remite al Congreso como proyecto de ley.
  • Grupos parlamentarios del Congreso o del Senado: mediante proposiciones de ley, por ejemplo para establecer beneficios fiscales a eventos o reforzar la cooperación con federaciones deportivas.
  • Asambleas legislativas de las comunidades autónomas: pueden ejercer la iniciativa legislativa estatal cuando el evento afecta de forma muy directa a su territorio (sede principal, infraestructuras, etc.).
  • Iniciativa legislativa popular: en teoría es posible, pero en la práctica es muy raro en materia de grandes eventos deportivos, por su fuerte componente técnico y de negociación internacional.

Fases en el Congreso de los Diputados

Una vez la iniciativa llega al Congreso, se siguen las fases generales:

  • Calificación y admisión a trámite: la Mesa del Congreso comprueba los requisitos formales y admite la iniciativa.
  • Apertura de plazo de enmiendas: los grupos pueden presentar enmiendas a la totalidad (rechazo completo o texto alternativo) y enmiendas parciales (a artículos concretos). En leyes sobre eventos deportivos, aquí es donde se negocian aspectos como el alcance de los incentivos fiscales, el reparto competencial Estado–CC. AA. o los regímenes especiales de contratación.
  • Debate de totalidad en Pleno: si hay enmiendas de totalidad, el Pleno del Congreso debate si continúa la tramitación o se devuelve el texto al proponente (habitualmente, al Gobierno).
  • Ponencia y Comisión: superada la totalidad, el texto pasa a la comisión competente (normalmente deportes, hacienda o presupuestos, según el contenido). Una ponencia técnica redacta un texto integrado y la Comisión lo debate y aprueba un dictamen.
  • Pleno del Congreso: el dictamen de Comisión se debate y vota en el Pleno. Pueden defenderse las llamadas “enmiendas vivas”, que no se incorporaron en Comisión.

Tramitación en el Senado y vuelta al Congreso

Aprobado el texto en el Congreso, se remite al Senado:

  • Comisión y Pleno del Senado: el Senado puede aprobar el texto tal cual, introducir enmiendas o acordar un veto (rechazo global).
  • Respuesta del Congreso: si el Senado introduce enmiendas, el Congreso decide si las acepta o las rechaza. Si hay veto, el Congreso puede levantarlo por mayoría absoluta en una primera votación o por mayoría simple transcurridos dos meses.

El texto definitivo se envía a sanción y promulgación por el Rey y se publica en el BOE, momento en el que entra en vigor en la fecha que la propia ley establezca.

Tramitación urgente y coordinación con calendarios internacionales

En leyes ligadas a candidaturas u obligaciones asumidas ante federaciones internacionales, es habitual la tramitación urgente, que reduce a la mitad gran parte de los plazos en Congreso y Senado. Esto permite que el marco jurídico (por ejemplo, un régimen fiscal específico o un sistema de garantías del Estado) esté aprobado antes de hitos clave como:

  • Presentación definitiva de la candidatura ante el organismo internacional.
  • Firma de contratos de sede o de organización.
  • Compromisos con patrocinadores e inversores.

En situaciones de máxima premura, el Gobierno puede acudir al decreto-ley, que entra en vigor inmediatamente y debe ser convalidado por el Congreso en un plazo breve. En ocasiones, tras la convalidación se acuerda tramitarlo como proyecto de ley para introducir enmiendas con mayor calma.

Papel del Gobierno y de las comunidades autónomas

Aunque la iniciativa no sea del Gobierno (por ejemplo, una proposición de un grupo), el Ejecutivo emite habitualmente criterio sobre la oportunidad de la iniciativa e informe de impacto (presupuestario, europeo, etc.). Además, si la norma afecta a competencias autonómicas (urbanismo, turismo, policía, deporte de base), es frecuente:

  • La consulta o negociación previa en conferencias sectoriales o mesas bilaterales Estado–comunidad autónoma sede.
  • La inclusión de disposiciones que obligan a firmar convenios entre Administración General del Estado, comunidades autónomas y ayuntamientos sede para ejecutar la ley.

En paralelo al trámite parlamentario, el Gobierno y las administraciones territoriales coordinan el cronograma legislativo con el de la candidatura o del evento: se fija qué elementos normativos deben estar aprobados antes de cada hito internacional y se ajustan los plenos y comisiones para llegar a tiempo.

¿Podrías explicarme con un ejemplo real cómo se tramitó una ley vinculada a un gran evento deportivo internacional en España? ¿Qué tipo de medidas fiscales y de visados suelen incluir estas leyes para atraer y organizar eventos deportivos internacionales? ¿Cómo se coordinan el Gobierno central, las comunidades autónomas y los ayuntamientos en la aplicación práctica de estas leyes durante el evento?

¿Qué requisitos legales debe cumplir la FIFA para designar a los encargados de entregar el trofeo en una final de la Copa del Mundo?

La elección de las personas que entregan el trofeo en una final de la Copa del Mundo de la FIFA es una cuestión de derecho deportivo internacional y de regulación interna de FIFA, no de política española, actividad parlamentaria o ejecutiva ni de actualidad sociopolítica en España. Por ese motivo, no dispongo de la información jurídica detallada ni actualizada que permita responder con precisión a qué requisitos legales concretos debe cumplir la FIFA para designar a los encargados de entregar el trofeo en una final mundialista. Solo puedo indicar, de forma muy general, que se trata de decisiones reguladas por los estatutos y normativas internas de FIFA y, en su caso, por el derecho del país anfitrión, pero sin poder entrar en el detalle normativo.

Ámbito de especialización de este asistente

Este asistente está especializado en:

  • Política española: Gobierno de España, Congreso de los Diputados, Senado, gobiernos autonómicos y, de forma complementaria, política municipal cuando está conectada con la agenda nacional.
  • Actividad parlamentaria y ejecutiva: proyectos y proposiciones de ley, reales decretos-ley, reglamentos, acuerdos del Consejo de Ministros, comparecencias, debates y votaciones.
  • Actualidad política y social: cambios normativos relevantes, reformas estructurales, grandes debates públicos (sanidad, educación, vivienda, pensiones, transición ecológica, etc.).
  • Actores políticos y de interés: partidos, grupos parlamentarios, principales organizaciones sociales y empresariales en su relación con la política española.
  • Análisis en clave regulatoria: consecuencias legales y políticas de una norma, un proyecto de ley o una decisión del Ejecutivo.

En cambio, cuestiones de regulación interna de organizaciones internacionales deportivas privadas, como FIFA, o detalles técnico-jurídicos sobre la organización de competiciones deportivas mundiales, se salen de este ámbito. No tengo acceso, dentro de este marco, a los estatutos, reglamentos específicos o contratos de organización que fijan, por ejemplo, quién puede o no puede entregar un trofeo y con qué requisitos formales.

Por qué no puedo concretar los requisitos de FIFA

Para responder de forma rigurosa a tu pregunta sería necesario, entre otras cosas:

  • Revisar los Estatutos y Reglamentos de FIFA que regulen protocolos de ceremonia en las finales de la Copa del Mundo.
  • Examinar los contratos de organización entre FIFA y el país anfitrión, que suelen contener cláusulas sobre protocolo, seguridad y presencia de autoridades.
  • Consultar posibles normas del país anfitrión relativas a precedencias, protocolo oficial y participación de jefes de Estado u otras autoridades en actos públicos.
  • Ver si existen directrices internas no públicas de FIFA sobre quién puede entregar el trofeo (presidente de FIFA, jefes de Estado, patrocinadores, etc.).

Todo ese entramado normativo forma parte del derecho deportivo internacional y de la gobernanza interna de organizaciones privadas. No entra dentro del ámbito de información que manejo, centrado en la política y regulación públicas, especialmente en España.

Qué tipo de preguntas sí puedo responder

Si te interesa la intersección entre deporte y política, sí puedo ayudarte en cuestiones como:

  • Debates políticos en España sobre inversiones públicas en estadios, candidaturas para organizar mundiales u otros grandes eventos.
  • Posiciones de los partidos españoles respecto a la Superliga europea, los organismos deportivos internacionales o la regulación del deporte profesional.
  • Análisis de normas españolas relacionadas con el deporte (por ejemplo, Ley del Deporte, regulación de las federaciones deportivas, derechos audiovisuales, etc.).
  • Impacto político y regulatorio en España de la eventual organización de un Mundial conjunto con otros países, en términos de financiación, infraestructuras o gobernanza.

También puedo explicar cómo se tratan en el Congreso de los Diputados o en el Senado cuestiones de deporte cuando adquieren relevancia política o social, como comisiones de investigación, proposiciones no de ley o reformas legales específicas.

Cómo reformular tu consulta si la quieres llevar al terreno político o regulatorio

Si quieres mantener el foco en Copa del Mundo y FIFA, pero desde una perspectiva política o regulatoria que sí entra en mi especialización, podrías plantear, por ejemplo:

  • Preguntas sobre el papel del Gobierno de España cuando España es candidata a organizar un Mundial (acuerdos internacionales, garantías de Estado, compromisos financieros).
  • Cómo se controlan en España, desde el punto de vista parlamentario, los compromisos asumidos frente a FIFA en una candidatura.
  • Debates políticos en España sobre la idoneidad de participar u organizar grandes eventos deportivos por su coste, impacto urbano o laboral.

En resumen, la cuestión concreta sobre los requisitos legales internos de FIFA para designar a los encargados de entregar el trofeo en una final del Mundial no se sitúa dentro del ámbito político-regulatorio en el que estoy diseñado para trabajar, por lo que no puedo darte una respuesta jurídica detallada y fiable. Sí puedo, en cambio, ayudarte con cualquier enfoque que conecte deporte, instituciones públicas y normativa, especialmente en el contexto español.

¿Qué papel juega el Gobierno de España cuando el país presenta una candidatura para organizar un Mundial de fútbol? ¿Qué mecanismos tiene el Congreso de los Diputados para controlar los compromisos financieros asumidos por España ante FIFA en una candidatura mundialista? ¿Qué dice la legislación española sobre la financiación pública de grandes eventos deportivos internacionales como un Mundial?

Jogar

Teste o que você sabe com FREN!

Quanto você sabe sobre esse assunto? Responda o seguinte 3 questões.

¿Quién es el jugador designado para recoger la Copa del Mundo si España vence a Argentina en la final de 2026?

Perguntar 1 de 3

¿Qué papel desempeñará Pedro Sánchez durante la ceremonia de entrega de la Copa si España gana el Mundial?

Perguntar 2 de 3

¿Qué motivo justifica la presencia de Donald Trump en la entrega de la Copa del Mundo?

Perguntar 3 de 3

Bonjour, je m'appelle Fren. Comment puis-je vous aider ?