Malvinas ordena o fechamento imediato da pescaria de lula onde operam arrastões espanhóis

Malvinas encerra de forma imediata o caldeirão de lula patagônica onde operam 16 arrastões galegos após constatar uma forte queda da biomassa.

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O Executivo das Ilhas Malvinas ordenou o fechamento, com efeito imediato, da área de pesca onde operam 16 arrastões congeladores de capital galego dedicados à captura de lula patagônica (Loligo).

Esta segunda campanha do ano começou já com escassas expectativas para a frota, uma vez que, poucos dias após o início da pescaria, os barcos se depararam com uma notável falta de recurso na zona. Essa situação levou o Governo das Falkland a impor um primeiro fechamento temporário de 15 dias.

Nesse intervalo, parte dos barcos pôde se acolher a outras licenças de pesca para explorar diferentes espécies e assim manter a atividade em outros caldeirões. No entanto, vários barcos foram obrigados a permanecer amarrados e inativos durante todo esse tempo.

Após a reabertura, os biólogos de Malvinas, que embarcam nesses barcos galegos durante o desenvolvimento da pescaria, verificaram uma forte queda da biomassa, o que levou as autoridades a decretar o fechamento imediato do caldeirão até 2027.

As campanhas de trabalho se estruturam em dois períodos: uma temporada de verão, que costuma começar no final de julho e se prolongar até 30 de setembro, e outra de inverno, que habitualmente começa no final de fevereiro.