O presidente do Governo, Pedro Sánchez, iniciou sua comparecência perante o Congresso dos Deputados para dar explicações sobre tudo o que aconteceu em torno da crise migratória de Ceuta, após a entrada massiva de milhares de pessoas no final do mês de julho, afirmando que Ceuta e Melilla serão espanholas "até o fim dos tempos".
Em seguida, após assegurar que está pensando na cidadania ceutiana, que está passando por "momentos muito difíceis", teve palavras para os 141 migrantes que morreram no mar, "muitos deles jovens e crianças". A seguir, procedeu a relatar os fatos ocorridos, explicando que, diante da avalanche de pessoas que tentavam cruzar a fronteira no dia 30 de julho, os agentes espanhóis priorizaram a vida daqueles que estavam entrando irregularmente na Espanha em relação ao blindagem do território.