O secretário-geral do Foro Asturias e deputado do Grupo Misto na Junta Geral do Principado de Asturias (JGPA), Adrián Pumares, se pronunciou nesta sexta-feira sobre a mudança à frente da Consejería de Direitos Sociais e Bem-Estar, após a demissão de Marta del Arco por motivos de saúde e sua substituição pela até agora gerente do ERA, Nerea Monroy.
Após transmitir à ex-conselheira "o melhor no pessoal e uma rápida recuperação", Pumares insistiu que "Marta del Arco nunca deveria ter sido conselheira".
O dirigente do Foro lamentou que "del Arco deixa a Consejería desmantelada e em uma situação caótica", e alertou que "a gestão de Nerea Monroy à frente do ERA, com 3.600 pedidos sem atender, não permite confiar que ela será capaz de reverter o caos da Consejería de Direitos Sociais e Bem-Estar".
Na mesma linha, o parlamentar lembrou que "Monroy foi incapaz de conter a lista de espera nas residências públicas, não criando nenhuma vaga".
Pumares também apontou diretamente para o presidente do Principado, Adrián Barbón, a quem considera "o principal responsável por uma gestão marcada pela paralisia, pela improvisação e pelos problemas não resolvidos", e ainda o recriminou por "mentir sabendo quando diz que este ano a lista de espera da dependência será reduzida para 180 dias".
Segundo o deputado do Foro, o trabalho desenvolvido à frente da Consejería foi "um desastre sem paliativos", sublinhando que "Marta del Arco sai tendo multiplicado por seis o tempo que se deve esperar para receber uma ajuda à dependência e deixando uma situação vergonhosa na atenção aos menores tutelados".