O Sindicato de Técnicos de Enfermagem (SAE) sustenta que os reforços sanitários enviados pelo Ministério da Saúde diante da crise migratória em Ceuta são insuficientes. Por isso, reclama um compromisso "real" e "firme" que assegure os recursos necessários para que os profissionais continuem atendendo à população ceutiana sem colocar em perigo sua saúde física nem sua estabilidade emocional.
"Desde o SAE esperamos que comecem a levar a sério a situação e apoiem este louvável esforço comum com os recursos que são precisos. Assim, queremos agradecer profundamente o trabalho ímprobo e a unidade que estão demonstrando todos os nossos companheiros e companheiras do hospital e dos centros de saúde para salvaguardar uma assistência de qualidade", destacaram as responsáveis autonômicas do SAE Ceuta, Mª Dolores Domínguez e Rosa de la Borbolla.
Neste cenário, o SAE quis ressaltar a "admirável labor" que estão realizando os profissionais da saúde em Ceuta, tanto no Hospital Universitário quanto nos distintos centros de Atenção Primária.
"Além de suas responsabilidades individuais, estamos sendo testemunhas de uma união exemplar entre todos os profissionais -sanitários e não sanitários-, que, trabalhando lado a lado, estão demonstrando uma capacidade de entrega excepcional para levar adiante o trabalho e resolver, da melhor maneira possível, este momento difícil", finalizam do sindicato.