Colômbia confirma a morte do chefe do Frente 28 das dissidências de Mordisco, alias Ruso

Colômbia anuncia a morte de alias Ruso, chefe do Frente 28 das dissidências de Mordisco, em uma operação militar junto a outros golpes ao Clan do Golfo.

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O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, comunicou neste domingo a morte do máximo responsável do Frente 28 das dissidências das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) de apelido 'Mordisco', no âmbito de uma operação militar na qual foram "neutralizados" outros três supostos membros dessa mesma estrutura criminosa.

Esse "importante golpe" foi executado por unidades de Inteligência do Exército colombiano junto com a Força Aérea no município de Mapiripán, no departamento do Meta, no leste do país. Assim o detalhou o mandatário em uma mensagem em vídeo divulgada através de redes sociais, na qual acrescentou que outros três "bandidos" do mesmo grupo "narcoterrorista" foram "dados de baixa".

"Apelido 'Russo', que era um especialista em explosivos, havia sido enviado do departamento de Arauca até o Meta nos limites entre Guaviare e Vichada para que assumisse como chefe principal do Frente 28 das dissidências da FARC", afirmou De la Espriella, sublinhando que também tinha a ordem de empreender "confrontos com as dissidências do bandido apelido 'Calarcá' pela disputa do território".

Ao mesmo tempo, no departamento de Antioquia, no noroeste do país, morreram dois supostos integrantes da subestrutura Jorge Mario Valle, do Clan do Golfo —considerada a principal organização criminosa da Colômbia—, um dos quais era apontado como "chefe".

Nesta ação, também foram apreendidos seis fuzis, além de abundante material de guerra e de intendência, segundo acrescentou o líder latino-americano.

Dentro do território antioqueño, mas na sub-região do Urabá, no município de Necoclí, foram presos quatro supostos integrantes da subestrutura Gabriel Poveda Ramos, do Clan do Golfo, vinculados às áreas financeira e de narcotráfico dessa organização.

Após dar conta dessas operações, De la Espriella afirmou que deu a instrução "precisa" à força pública de desenvolver todas as ações que sejam necessárias e que estavam "aguardadas" pelo governo anterior.

"Na era do tigre não haverá trégua para os bandidos, e nós vamos caçá-los. Não importa onde se escondam", finalizou o chefe do Executivo da Colômbia.

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