O Parlamento decidiu não instar o Governo à criação de uma equipe específica de agentes municipais encarregados de localizar habitações desocupadas e verificar sua situação, com o objetivo de incorporá-las ao programa Lloguer Segur.
Esta medida fazia parte de uma proposição não de lei (PNL) registrada pelo MÉS per Mallorca e defendida pelo deputado Ferran Rosa. A iniciativa foi rejeitada com nove votos contra do PP, Vox e do Grupo Misto, frente ao apoio dos cinco deputados do PSIB e MÉS per Mallorca.
A proposta incluía, além disso, a implementação de um plano de impulso à reabilitação de habitações por meio de ajudas diretas, empréstimos com juros bonificados ou deduções fiscais, desde que os imóveis fossem destinados ao aluguel social durante um prazo mínimo de cinco anos.
Além disso, a PNL propunha que o Governo criasse um observatório da habitação que, "com as garantias necessárias em matéria de proteção de dados", integrasse e cruzasse as informações municipais sobre consumo de água, titularidade dos imóveis, cadastro e estado das propriedades para determinar com precisão quantas habitações permanecem vazias.
Na mesma comissão, foi aprovada a realização de comparecimentos do presidente da Autoridade Portuária das Ilhas Baleares, José Javier Sanz, para detalhar a proposta de ordenação urbanística do porto de Palma; e do porta-voz da Aliança pela Água, Rafael Tur, com o fim de expor as principais linhas de atuação da entidade e analisar os possíveis pontos de consenso para um pacto pela água.