A conselheira de Meio Ambiente e Energia, María González Corral, reiterou o pedido lançado pelo presidente da Junta, Alfonso Fernández Mañueco, para impulsionar um pacto e uma política de Estado frente aos incêndios florestais, de modo que sejam considerados uma emergência que, tal como precisou, repercute em todo o país e não apenas em Castela e Leão.
No debate, a procuradora socialista María del Carmen Iglesias sublinhou a urgência de fechar um "grande pacto" de emergência climática com o fim de combater os incêndios com os recursos mais eficazes "governe quem governar".
A representante do PSOE responsabilizou a Junta de Castela e Leão de ter "cruzado os braços" na luta contra os incêndios florestais e criticou que a campanha tenha começado, a seu ver, em piores condições do que em 2025, "sem um só bombeiro florestal a mais do que no ano passado e com 25 por cento a menos de agentes ambientais do que no ano passado".
Além disso, lembrou que a chefia do Serviço de Incêndios Florestais ficou deserta em junho e não foi coberta até há quinze dias. "Não sei se cabe mais indolência, mais desatenção, mais desinteresse", levantou a procuradora socialista, que interpelou nesses termos a conselheira. González Corral, por sua vez, defendeu a gestão da Junta na prevenção e extinção de incêndios florestais, assim como a cooperação com o restante das administrações implicadas.