A Polícia lança gás lacrimogêneo durante a distribuição de comida a migrantes na praia do Trampolim de Ceuta

A Polícia intervém com gás lacrimogêneo na praia do Trampolim de Ceuta durante uma distribuição de comida da Cruz Vermelha diante de distúrbios entre migrantes.

1 minuto

fotonoticia 20260825223132 1920

fotonoticia 20260825223132 1920

Adicione DEMOCRAT no Google

Pergunte à FREN

Publicado

1 minuto

Mais lido

A tarde desta terça-feira, a Polícia Nacional teve que agir na praia do Trampolín, em Ceuta, em razão dos distúrbios surgidos durante a distribuição diária de alimentos que a Cruz Vermelha realiza entre os migrantes assentados neste ponto do litoral.

Os distúrbios começaram por volta das 19h00, quando milhares de pessoas aguardavam concentradas para receber comida. Segundo indicaram fontes policiais, vários confrontos entre grupos de migrantes aumentaram a tensão até o ponto de obrigar a desplegar uma operação específica para conter os incidentes e evitar que se propagassem por todo o assentamento.

No âmbito desta intervenção, os agentes realizaram várias cargas e recorreram a material antidistúrbios, entre eles gases lacrimogênios, com o objetivo de dispersar os congregados e restabelecer o controle da zona.

MOMENTOS DE CONFUSÃO E NERVOSISMO

A atuação policial desencadeou que centenas de migrantes abandonassem correndo a praia, dirigindo-se de forma apressada para a estrada de acesso e o espigão, em meio a cenas de confusão e nervosismo.

De maneira paralela, a Polícia Local limitou o tráfego nos acessos ao Trampolín para facilitar o trabalho dos agentes desplegados e reforçar a segurança nas redondezas.

Nas últimas semanas, a praia do Trampolín se consolidou como um dos principais pontos de assentamento de migrantes em Ceuta após a entrada maciça registrada no final de julho. Milhares de pessoas permanecem neste enclave, onde foram levantadas estruturas improvisadas e se concentram grande parte das necessidades de alimentação, higiene e alojamento de quem ainda está na cidade.

Bonjour, je m'appelle Fren. Comment puis-je vous aider ?