Avisos da AEMET hoje: onde e a que horas haverá tempestades, granizo e fortes rajadas esta quinta-feira, 20 de agosto

A AEMET ativa avisos em dez comunidades por chuvas, tempestades, vento, ondulação e altas temperaturas, com especial atenção à Comunidade Valenciana, Castilla-La Mancha e outras zonas do leste peninsular.

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AEMET 20 08 26

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Quinta-feira chega marcada por uma maior instabilidade atmosférica. A previsão oficial da AEMET contempla chuvas e tempestades que podem alcançar intensidade forte e vir acompanhadas de rajadas muito fortes, especialmente em áreas do leste e sudeste peninsular.

A mudança ocorre após o intenso episódio de calor dos últimos dias. A entrada de ar mais fresco provocará uma queda nas temperaturas em amplas zonas, embora o calor ainda continuará sendo significativo na área mediterrânea, onde as máximas poderão superar os 35 graus.

A AEMET mantém seu sistema Meteoalerta atualizado durante o dia, portanto os níveis e horários podem ser modificados conforme evolui o episódio. O organismo estabelece os avisos com até 72 horas de antecedência e os atualiza quando muda a previsão.

Valência e Alicante, sob aviso por tempestades e granizo

A Comunidade Valenciana concentra alguns dos avisos mais importantes desta quinta-feira. Em zonas de Valência e Alicante foi estabelecido nível laranja por tempestades, com uma probabilidade estimada entre 40% e 70%. A AEMET adverte expressamente sobre a possibilidade de granizo e rajadas muito fortes de vento.

Em diferentes áreas de Alicante, os avisos por chuvas e tempestades se concentram principalmente entre as 12:00 e as 21:59 horas. No litoral norte alicantino, esperam-se precipitações que podem alcançar 20 litros por metro quadrado em uma hora, além de tempestades acompanhadas de granizo e fortes rajadas.

A situação é similar em Valência. Em municípios como Cullera, o aviso laranja por tempestades está estabelecido desde as 12:00 até as 21:00 horas, com risco de granizo e rajadas de vento que podem alcançar uma intensidade muito forte.

Elda fecha parques e piscinas diante do aviso laranja

A previsão meteorológica já provocou medidas preventivas em Alicante. A Prefeitura de Elda decidiu fechar temporariamente parques, jardins, instalações esportivas municipais ao ar livre e as piscinas de verão de San Crispín.

Os fechamentos estarão vigentes desde as 12:00 até as 22:00 horas desta quinta-feira. A decisão responde ao aviso laranja emitido diante da possibilidade de chuvas fortes, tempestades elétricas, granizo e rajadas intensas de vento.

As autoridades municipais recomendaram evitar deslocamentos desnecessários durante os momentos de maior risco, manter-se afastado de zonas arborizadas e lugares suscetíveis a inundações e consultar apenas informações provenientes de fontes oficiais.

Dez comunidades têm avisos meteorológicos esta quinta-feira

A instabilidade não se limita à fachada mediterrânea. Dez comunidades autônomas têm avisos ativos esta quinta-feira por diferentes fenômenos, que incluem chuvas, tempestades, vento, ondulação e temperaturas elevadas.

Entre os territórios afetados aparecem zonas da Comunidade Valenciana, Castilla-La Mancha, Catalunha, Aragão, Andaluzia, Múrcia e Baleares, embora o fenômeno e o nível de risco não sejam iguais em todas elas. Por isso, é importante consultar o mapa atualizado antes de deslocar-se.

Em Castilla-La Mancha também se alcança o nível laranja esta quinta-feira em algumas zonas. As tempestades podem descarregar com intensidade de forma localizada, por isso a distribuição das precipitações será irregular e não significa que vá chover com a mesma força em toda uma província.

As tempestades mais fortes chegarão durante a tarde

A faixa de maior risco se concentra a partir do meio-dia e durante a tarde em boa parte das zonas mediterrâneas afetadas. Em Valência e Alicante, numerosos avisos começam às 12:00 e se prolongam aproximadamente até às 21:00 ou 22:00 horas.

O perigo não provém apenas da quantidade de água. AEMET adverte que algumas tempestades podem incorporar granizo e rajadas muito fortes de vento, fenômenos capazes de causar incidentes mesmo em lugares onde as precipitações acumuladas não sejam extraordinárias.

Precisamente pelo caráter localizado das tempestades, a situação pode mudar rapidamente entre municípios relativamente próximos. Os avisos meteorológicos indicam que existem condições favoráveis para que ocorra um fenômeno adverso dentro de uma determinada zona, mas não implicam que vá afetar com idêntica intensidade todos os seus pontos.

O calor começa a perder força em boa parte da Espanha

O episódio de tempestades coincide com um descenso notável das temperaturas após o calor extremo registrado durante os últimos dias. A entrada de uma massa de ar mais fresca permitirá que os termômetros retrocedam especialmente no norte e em outras áreas do interior peninsular.

O alívio, no entanto, não será imediato em toda a Espanha. AEMET mantém também avisos relacionados com temperaturas elevadas e prevê que o calor continue sendo intenso em algumas zonas mediterrâneas, embora com valores inferiores aos alcançados durante o episódio precedente.

A combinação de ar ainda quente na superfície com a chegada de condições mais instáveis favorece precisamente a aparição de tempestades fortes. A mudança deixa assim um dia de transição entre o calor extremo e um cenário mais fresco e instável.

Onde consultar o mapa de avisos de AEMET atualizado

Os avisos podem mudar durante esta quinta-feira em função da evolução das tempestades. Por isso, o mapa Meteoalerta de AEMET é a referência oficial para verificar em tempo real quais províncias e zonas mantêm avisos, além do seu nível, fenômeno previsto e horário.

O nível amarelo indica perigo baixo, enquanto que o laranja corresponde a perigo importante. Em episódios de tempestades, além disso, convém prestar atenção às atualizações porque a intensidade e localização das células podem evoluir rapidamente.

AEMET mantém também a previsão geral para a Espanha, onde esta quinta-feira destaca especificamente a possibilidade de chuvas e tempestades localmente fortes acompanhadas de rajadas muito fortes de vento.

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¿Qué trámites y procedimientos sigue AEMET para establecer y actualizar los avisos meteorológicos oficiales en España?

AEMET establece y actualiza los avisos meteorológicos oficiales dentro del Plan Meteoalerta, que regula en España la vigilancia de fenómenos meteorológicos adversos. El proceso combina redes de observación, modelos numéricos, umbrales fijados por zonas y una coordinación estrecha con Protección Civil estatal y autonómica para que la información sirva de base a las decisiones de emergencia, pero sin sustituirlas.

En primer lugar, la emisión de avisos se apoya en el Sistema Nacional de Predicción de AEMET. Según el informe remitido por la agencia a la jueza que investiga la DANA de octubre de 2024, la organización interna de AEMET para avisos incluye: la predicción meteorológica operativa, la fijación de umbrales en Meteoalerta y la comunicación de esos avisos por distintos canales oficiales a Protección Civil y al público general (boletines, web, redes sociales y medios de comunicación).

Para alimentar ese sistema, AEMET integra múltiples fuentes de datos: redes de estaciones meteorológicas propias, redes hidrológicas y otras redes abiertas; radares meteorológicos (como el radar de Cullera citado en el informe sobre la DANA); radiosondeos (globos con sondas dos veces al día que miden temperatura, viento y humedad en la troposfera, descritos por el delegado de AEMET en Cantabria); imágenes de satélite y modelos numéricos de predicción. Incluso puede apoyarse en redes externas como la de AVAMET, cuyos datos se usaron en tiempo real y en el análisis posterior del episodio del 29-O en Valencia.

Con esa información, AEMET valora si un fenómeno entra en la categoría de fenómeno meteorológico adverso (FMA). Diversos documentos oficiales —incluidos convenios colectivos publicados en el BOE que remiten expresamente a la definición de AEMET— recogen que la agencia establece umbrales específicos por fenómeno (lluvias intensas, nevadas, viento, fenómenos costeros, temperaturas extremas, etc.) y por zona. El delegado de Cantabria explica que la zonificación responde a criterios climáticos: por ejemplo, el umbral para avisos de heladas o de nieve en la costa es mucho más bajo que en zonas de interior habituadas al frío, porque la misma intensidad tiene impactos distintos según la vulnerabilidad local.

A partir de esos umbrales, Meteoalerta define los niveles de aviso que se ven en los mapas oficiales de AEMET, ampliamente descritos en normas laborales y en la prensa especializada:

  • Amarillo: riesgo meteorológico bajo en general, pero con posibilidad de incidencias en actividades concretas o colectivos vulnerables.
  • Naranja: riesgo meteorológico importante; el fenómeno previsto puede causar daños y requiere medidas de prevención más estrictas.
  • Rojo: riesgo meteorológico extremo; es el nivel máximo y se reserva para situaciones excepcionales con potencial de graves daños, como lluvias torrenciales o calor extremo. Los datos de AEMET sobre 2024 muestran que estos avisos son muy poco frecuentes.

En la práctica, los predictores de AEMET deciden activar, ampliar o cancelar avisos combinando tres factores, tal como resume un artículo explicativo del periódico Demócrata: la intensidad prevista del fenómeno, su probabilidad de ocurrencia, su duración y la vulnerabilidad de cada zona. Por ello, un mismo episodio atmosférico puede traducirse en diferentes niveles según la provincia o comarca. El informe sobre la DANA del 29 de octubre de 2024 detalla, por ejemplo, la cronología diaria de predicciones, la emisión del aviso rojo, su prolongación y las sucesivas actualizaciones conforme cambiaban los datos observados.

Una vez decidido el nivel, AEMET emite boletines de avisos que se distribuyen a los servicios de Protección Civil (como los 112 autonómicos) y se publican en el mapa Meteoalerta. El informe remitido al juzgado indica que esos avisos se complementan con llamadas telefónicas directas a los centros de emergencias, participación en comités (Cecopi u órganos equivalentes) y presencia en medios y redes sociales para explicar la situación. En la DANA de Valencia, AEMET documenta las llamadas a Protección Civil para comunicar la prolongación del aviso rojo y la evolución de las tormentas.

En episodios graves se activa el CECOPI u otros comités de protección civil. Una nota de Emergencias sobre la misma DANA subraya que, una vez activado el Cecopi, la información de AEMET pasa a tener carácter “prioritario y oficial”: las decisiones operativas y la evaluación continua de la emergencia se apoyan fundamentalmente en sus informes, avisos y actualizaciones, lo que garantiza una respuesta coordinada entre organismos. Convenios como el firmado con Illes Balears recogen expresamente que AEMET suministra predicciones específicas orientadas a Protección Civil, y las notas del Govern balear muestran cómo sus planes (METEOBAL u otros) se reúnen y se actualizan “junto con AEMET”, siguiendo los avisos que la agencia va emitiendo.

Finalmente, es clave diferenciar el aviso meteorológico de AEMET de las alertas al móvil (ES-Alert). Los análisis publicados por Demócrata recuerdan que AEMET se limita a proporcionar la información técnica (avisos amarillos, naranjas o rojos), mientras que la decisión de enviar un mensaje de emergencia a los teléfonos de la población corresponde a las autoridades de Protección Civil competentes, que valoran el riesgo inminente y las medidas a adoptar. Es perfectamente posible tener un aviso rojo sin mensaje al móvil, o un ES-Alert activado cuando el fenómeno ya está en curso.

En resumen, los avisos de AEMET son el resultado de un proceso técnico reglado: observación intensiva, modelización, umbrales adaptados a cada zona, decisión experta y comunicación multicanal; y se integran en una cadena de decisión compartida con Protección Civil, que es quien adopta las medidas de protección a la población.

¿Cuáles son las competencias y funciones legales de AEMET en materia de predicción y alerta meteorológica según la legislación española?

Las competencias y funciones legales de la Agencia Estatal de Meteorología (AEMET) en materia de predicción y alerta meteorológica se regulan, principalmente, por el Real Decreto 186/2008, de 8 de febrero, por el que se aprueba su Estatuto, y por la Ley 17/2015, de 9 de julio, del Sistema Nacional de Protección Civil. Ambas normas encajan a AEMET como servicio meteorológico nacional y como pieza del sistema de alertas de protección civil.

Marco jurídico básico de AEMET

El Real Decreto 186/2008 crea AEMET y aprueba su Estatuto, configurándola como organismo público responsable de la ejecución de la política meteorológica y climatológica del Estado. El preámbulo y el capítulo I precisan que AEMET ostenta la condición de autoridad meteorológica del Estado y autoridad meteorológica aeronáutica, asumiendo las funciones antes atribuidas al antiguo Instituto Nacional de Meteorología.

En el artículo relativo a su objeto y funciones, el Estatuto establece que, para la adecuada prestación de los servicios meteorológicos y climatológicos y el apoyo a las políticas públicas, corresponde a la Agencia el ejercicio de un conjunto de competencias entre las que destacan, para predicción y alerta, las letras a), b), f), g) y h) del catálogo funcional.

Funciones de predicción y emisión de avisos

El Estatuto de AEMET define como función esencial:

  • «La elaboración, el suministro y la difusión de las informaciones meteorológicas y predicciones de interés general para los ciudadanos en todo el ámbito nacional, y la emisión de avisos y predicciones de fenómenos meteorológicos que puedan afectar a la seguridad de las personas y a los bienes materiales.»

Esta previsión convierte a AEMET en el proveedor público de referencia de la predicción meteorológica general y, en particular, de los avisos por fenómenos meteorológicos adversos que sirven de base a la actuación de protección civil, de los servicios de emergencia y de otros operadores públicos y privados.

Asimismo, el Estatuto le atribuye:

  • La provisión de servicios meteorológicos de apoyo a la navegación aérea y marítima, para garantizar la seguridad, regularidad y eficiencia del tránsito aéreo y la seguridad del tráfico marítimo.
  • El mantenimiento de una vigilancia continua de las condiciones meteorológicas y climáticas sobre el territorio nacional, lo que incluye la detección y seguimiento de situaciones de riesgo.
  • El establecimiento, desarrollo, gestión y mantenimiento de redes de observación y sistemas técnicos necesarios para la observación, predicción y difusión de información meteorológica.
  • El mantenimiento y actualización del registro histórico de datos meteorológicos y climatológicos, que sustenta los estudios de riesgo y los mapas de peligrosidad utilizados en protección civil.

Relación con el Sistema Nacional de Protección Civil

La Ley 17/2015, del Sistema Nacional de Protección Civil, establece la arquitectura general de alertas y respuesta ante emergencias. En su Título relativo a la anticipación y prevención, la ley subraya el papel de los sistemas de información y predicción para identificar riesgos y activar mecanismos de respuesta.

En concreto, la ley crea la Red de Alerta Nacional de Protección Civil como sistema de comunicación de avisos de emergencia a las autoridades competentes, gestionado por el Ministerio del Interior a través del Centro Nacional de Seguimiento y Coordinación de Emergencias de Protección Civil. El artículo correspondiente dispone que:

  • Todos los organismos de las Administraciones Públicas que puedan contribuir a la detección, seguimiento y previsión de amenazas de peligro inminente para personas y bienes deben comunicar de inmediato al Centro Nacional de Seguimiento cualquier situación que pueda dar lugar a una emergencia de protección civil.

En este esquema, AEMET actúa como el organismo especializado del Estado que genera la información de base (predicciones y avisos por fenómenos meteorológicos adversos), mientras que el Ministerio del Interior canaliza esos avisos a través de la Red de Alerta Nacional hacia las autoridades de protección civil y la ciudadanía.

Cooperación interadministrativa y apoyo sectorial

El Estatuto de AEMET prevé expresamente un marco de colaboración con comunidades autónomas y entes locales, permitiendo foros de coordinación con servicios meteorológicos autonómicos y el despliegue de sus servicios en todo el territorio según criterios de eficiencia. Esta cooperación es clave para la coherencia de los mapas de aviso y de los planes especiales de protección civil por inundaciones, fenómenos meteorológicos adversos, incendios forestales u otros riesgos, a los que la Ley 17/2015 otorga rango de Planes Especiales.

AEMET tiene también la función de asesoramiento a las Administraciones Públicas en materia de variabilidad y cambio climático y en políticas medioambientales, lo que repercute en la planificación de medidas preventivas y de adaptación frente a riesgos meteorológicos y climáticos.

Síntesis

En suma, las competencias legales de AEMET en predicción y alerta se centran en: elaborar y difundir predicciones de interés general, emitir avisos de fenómenos adversos que afecten a la seguridad de personas y bienes, mantener la vigilancia y las redes de observación, proporcionar información especializada a sectores clave (navegación aérea y marítima, defensa, protección civil) y alimentar, con esa información, el funcionamiento de la Red de Alerta Nacional y de los planes de protección civil definidos por la Ley 17/2015.

¿Qué requisitos debe cumplir una autoridad municipal para decretar el cierre preventivo de instalaciones públicas ante alertas meteorológicas?

En el ámbito español, una autoridad municipal (normalmente la Alcaldía o el concejal con delegación en seguridad/protección civil/educación) puede ordenar el cierre preventivo de instalaciones públicas ante alertas meteorológicas, pero debe hacerlo ajustándose a sus competencias legales, a los planes de protección civil y a los principios generales del Derecho administrativo.

1. Marco competencial general

La competencia se fundamenta, de forma resumida, en:

  • Las facultades de la Alcaldía como máxima autoridad municipal en materias de seguridad, orden público local y protección civil, derivadas del régimen local.
  • Las competencias municipales sobre servicios y equipamientos públicos (colegios de titularidad municipal, polideportivos, centros culturales, bibliotecas, etc.), que incluyen su organización, horarios y condiciones de uso.
  • Las obligaciones de los municipios en materia de protección civil y gestión de emergencias, que les permiten adoptar medidas preventivas para salvaguardar la integridad de las personas y los bienes.

Sobre esta base, el cierre preventivo es una medida de gestión y protección cuando exista un riesgo relevante para la seguridad derivado de fenómenos meteorológicos adversos.

2. Activación de planes y declaración de emergencia

No siempre es imprescindible que exista una declaración formal de emergencia autonómica o estatal, pero sí es recomendable que la decisión se vincule al marco de protección civil:

  • Si está activado el Plan Territorial Municipal de Emergencias o un plan específico (por ejemplo, frente a inundaciones, nevadas o calor extremo), el cierre puede adoptarse como medida prevista en dicho plan.
  • Muchos municipios actúan cuando la agencia meteorológica competente (normalmente AEMET) emite avisos de nivel naranja o rojo por lluvias, viento, nieve o temperaturas extremas, integrando esos avisos en su propia planificación.
  • En episodios graves, la activación de planes autonómicos o estatales de protección civil refuerza la justificación del cierre y puede implicar instrucciones o recomendaciones que el municipio debe seguir.

3. Informes técnicos y coordinación interadministrativa

Aunque la Alcaldía puede actuar de forma urgente, es muy conveniente, y en la práctica casi imprescindible, disponer de:

  • Informes técnicos de servicios municipales (protección civil local, policía, servicios de mantenimiento, servicios de prevención de riesgos laborales, etc.) que acrediten el riesgo: caída de ramas o elementos de fachada, inundabilidad de accesos, imposibilidad de garantizar climatización adecuada, riesgo de resbalones, etc.
  • Coordinación con la comunidad autónoma cuando se trata de servicios compartidos o competencias concurrentes (por ejemplo, centros educativos donde la programación lectiva depende de la consejería autonómica). En estos casos suele haber protocolos para el cierre de centros escolares según niveles de alerta.
  • Comunicación con la Delegación/Subdelegación del Gobierno cuando la situación pueda afectar a la seguridad ciudadana en sentido amplio o se estén aplicando planes estatales de protección civil, aunque la decisión concreta de cerrar instalaciones municipales siga correspondiendo al Ayuntamiento.

4. Principios y límites de la decisión

La medida debe respetar los principios del Derecho administrativo:

  • Proporcionalidad: el cierre debe ser adecuado al nivel de riesgo. No es lo mismo un aviso amarillo que un aviso rojo con riesgo grave para la población. Puede bastar con limitar horarios o actividades, en lugar de cerrar completamente.
  • Motivación: la resolución (decreto de Alcaldía o acuerdo del órgano competente) debe exponer las razones, citando los avisos meteorológicos, informes técnicos y, en su caso, la activación de planes de protección civil.
  • Temporalidad: el cierre debe fijarse por un plazo determinado o hasta que cese la causa que lo justifica (por ejemplo, “durante la vigencia del aviso rojo” o “hasta nueva valoración técnica”), evitando medidas indefinidas.
  • Publicidad y comunicación: es esencial informar de forma clara y accesible a la ciudadanía y a los usuarios (páginas web, redes sociales, bandos, comunicaciones directas a centros escolares, clubes deportivos, etc.), indicando alcance, fechas y servicios alternativos si los hay.
  • No discriminación y coherencia: deben aplicarse criterios homogéneos para instalaciones similares, salvo que existan razones objetivas (estado de un edificio concreto, ubicación en zona inundable, etc.).

5. Cierre total, parcial y restricciones de uso

La autoridad municipal puede graduar la medida:

  • Cierre total: se justifica cuando el riesgo afecta al conjunto del edificio o recinto (por ejemplo, acceso impracticable o estructura comprometida) o cuando no es posible garantizar condiciones mínimas de seguridad a ningún usuario.
  • Cierre parcial: puede limitarse a determinadas dependencias (pistas exteriores, patios, zonas ajardinadas, pabellones con cubiertas en mal estado) manteniendo otras áreas seguras abiertas, con señalización y control adecuados.
  • Restricción de uso: en vez de cerrar, puede prohibirse o limitarse la realización de ciertas actividades de riesgo (eventos multitudinarios, deportes al aire libre, actividades en horario de máxima insolación en olas de calor, etc.).

En cualquier caso, la clave es que la decisión esté apoyada en criterios técnicos, documentada y comunicada, y que se revise tan pronto como evolucionen las condiciones meteorológicas o los informes de protección civil.

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¿Qué consecuencias ha tenido el aviso naranja en Elda (Alicante) este jueves?

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¿Qué fenómeno meteorológico se espera que acompañe a las tormentas fuertes en Valencia y Alicante?

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¿Cuántas comunidades autónomas tienen avisos activos por fenómenos meteorológicos este jueves según la AEMET?

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