Os sindicatos mantêm a greve ferroviária apesar dos avanços na negociação com os Transportes

A SEMAF aprecia uma “mudança de postura” após se reunir com o novo ministro, Carlos Cuerpo, mas descarta desconvocar as paralisações de 10, 12 e 17 de novembro diante da falta de tempo para aprovar as medidas de segurança que reclama

fotonoticia 20261104192132 1920

fotonoticia 20261104192132 1920

Adicione DEMOCRAT no Google

Pergunte à FREN

Publicado

Última atualização

2 minutos

Mais lido

Elecciones 29N · Encuestas

La media de las encuestas

Media a 6 de noviembre de 2026 · 14 institutos

  • PP31,0 %
  • PSOE26,2 %
  • Vox19,5 %
  • Frente Amplio6,6 %
  • ERC2,4 %
  • SALF2,2 %
  • Podemos2,1 %
01020304050ene 2024jul 2024ene 2025jul 2025ene 2026jul 2026

Media del último estudio de cada instituto en 30 días y su evolución semanal desde el 23J. Partidos con al menos un 2 %.

Todas las encuestas

Elecciones generales del 29 de noviembre · Demócrata

Os sindicatos ferroviários mantêm as jornadas de greve previstas para os próximos 10, 12 e 17 de novembro, apesar dos avanços nas negociações com o Ministério dos Transportes. Assim o confirmaram esta sexta-feira, após uma segunda reunião com o novo ministro, Carlos Cuerpo, na qual avaliaram uma maior disposição do Governo para abordar as suas reivindicações em matéria de segurança.

O porta-voz do Sindicato Espanhol de Maquinistas Ferroviários (SEMAF), Diego Martín, avaliou positivamente a "vontade para negociar em todas as matérias" e garantiu que existe uma "mudança de postura em toda a negociação". Segundo explicou aos meios de comunicação no fim do encontro, nos últimos dias avançou-se mais do que durante os seis meses anteriores.

No entanto, os sindicatos consideram que não há margem para cancelar as mobilizações, já que as medidas de segurança que reclamam exigem mudanças normativas que não poderão ser aprovadas antes das datas previstas para as paralisações.

Que dias haverá greve ferroviária em novembro

As mobilizações respondem às exigências dos trabalhadores para reforçar a segurança ferroviária após os acidentes de Adamuz (Córdoba), ocorrido em janeiro, e Urda (Toledo), no mês passado de outubro, que deixaram um total de 115 mortos.

O calendário de protestos inclui várias convocações:

  • 10 de novembro: jornada de greve convocada pelo SEMAF.

  • 12 de novembro: paralisações parciais dos maquinistas.

  • 16 de novembro: paralisações parciais entre os trabalhadores da Adif.

  • 17 de novembro: jornada de greve convocada pelos sindicatos da Adif.

Estas mobilizações coincidirão com uma semana de especial conflitualidade laboral, já que no dia 11 de novembro está convocada uma greve geral de 24 horas.

Os sindicatos reconhecem avanços, mas exigem medidas concretas

A chegada de Carlos Cuerpo ao Ministério dos Transportes abriu uma nova etapa de conversações com os representantes dos trabalhadores, que reconhecem uma melhoria na disposição do departamento para negociar.

No entanto, as organizações sindicais insistem em que os compromissos devem traduzir-se em medidas efetivas para reforçar a segurança da circulação ferroviária. A necessidade de desenvolver parte dessas atuações mediante mudanças legislativas impede, segundo o SEMAF, alcançar um acordo que permita retirar as convocações a tempo.

As negociações continuarão durante os próximos dias, embora, por agora, os sindicatos mantenham o calendário de greves e paros parciais anunciado para novembro.