O secretário-geral da UGT, Pepe Álvarez, pediu ao Governo que dê luz verde ao controle horário no segundo Conselho de Ministros de setembro. Avisou que, se não for aprovado nessa data, a organização se questionará "seriamente" se "vale a pena manter as mesas de diálogo social ou não".
Em declarações à imprensa antes de intervir na inauguração da Escola Internacional de Verão Manuel Fernández López 'Lito', organizada pelo sindicato em Astúrias, Álvarez destacou que o controle horário é "absolutamente imprescindível". Lembrou que "o diálogo social são compromissos, são acordos que devem ser cumpridos, não são nossas posições, mas sim as posições que negociamos com a própria patronal".
O líder da UGT também pediu que se coloque sobre a mesa a atualização do salário mínimo interprofissional (SMI), que atualmente "tem um diferencial de 1,3 pontos que os trabalhadores e as trabalhadoras do SMI perdem como consequência do aumento da inflação".
Além disso, o secretário-geral da UGT advertiu que, embora a Espanha seja um país que cresce e gera "muita riqueza", essa riqueza "não vai para os trabalhadores".