O Supremo mantém a suspensão do voto a nacionalizados pela lei de netos e derruba o recurso do Governo

O Supremo desestima o recurso do Governo e mantém que os nacionalizados pela lei dos netos não poderão votar nas gerais de 29 de novembro.

1 minuto

fotonoticia 20261012154624 1920

fotonoticia 20261012154624 1920

Adicione DEMOCRAT no Google

Pergunte à FREN

Publicado

Última atualização

1 minuto

Mais lido

O Tribunal Supremo decidiu manter a suspensão cautelar da conhecida como "lei dos netos" e rejeitou o recurso apresentado pelo Governo, que solicitava levantar tal medida para permitir votar aos nacionalizados por esta via nas eleições gerais do próximo 29 de novembro.

A Sala de Contencioso-Administrativo adotou esta decisão nesta segunda-feira em dois despachos aos quais teve acesso a Europa Press, nos quais rejeita as alegações formuladas pela Advocacia do Estado frente à medida cautelar acordada pelo próprio Supremo no passado 10 de setembro.

"Deverá estar-se ao que foi acordado no citado despacho, com indicação ao Instituto Nacional de Estatística, do qual depende organicamente o Escritório do Censo Eleitoral, que não pode inscrever no Censo Eleitoral de Residentes Ausentes no exterior (CERA) as pessoas que tenham obtido a nacionalidade espanhola de origem pelo exercício do Direito de opção previsto na Disposição Adicional 8ª.1 Inciso primeiro da Lei 20/2022, de 19 de outubro de Memória Democrática e ainda não tenham sido inscritas no Censo Eleitoral pela aplicação da suspensão acordada no citado despacho", apontam.

Os magistrados precisam ainda que, "igualmente, em relação às pessoas que, tendo obtido a nacionalidade espanhola de origem pelo exercício do direito de opção previsto na Disposição Adicional 8ª.1 Inciso primeiro da Lei 20/2022, de 19 de outubro de Memória Democrática, já tenham sido inscritas no Censo Eleitoral de Residentes Ausentes no exterior, mantém-se a suspensão de seus efeitos eleitorais no processo eleitoral convocado pelo real Decreto 806/2026, de 5 de outubro, de eleições a cortes gerais".

(((HABRÁ AMPLIACIÓN)))