Santander. O ministro para a Transformação Digital e a Função Pública, Óscar López, assegurou que a Espanha abrigará uma das três primeiras gigafábricas da UE. Declarações que fez no âmbito do 40º Encontro de Economia Digital e Telecomunicações da AMETIC. Um evento que reúne mais de uma centena de representantes das administrações públicas, empresas, universidades, centros tecnológicos, associações e agentes sociais para debater sobre os principais desafios da transformação digital.
O caminho para a gigafábrica
Na semana passada, a Comissão Europeia autorizou a empresa conjunta impulsionada por ACS, Telefónica, Banco Santander e a Sociedade Espanhola para a Transformação Tecnológica (SETT), conhecida como "SEPI Digital", que será o veículo com o qual a Espanha competirá por uma infraestrutura capaz de mobilizar até 5.000 milhões de euros e que se propõe com duas sedes: Móra la Nova, em Tarragona, e San Fernando de Henares, em Madrid.
A decisão de Bruxelas não significa, no entanto, que a Espanha já tenha conseguido uma dessas instalações. O que a Comissão aprovou é a estrutura empresarial do ponto de vista das normas europeias de concorrência, ao concluir que sua criação não apresenta problemas relevantes pela posição limitada que terá nos mercados afetados.
Apesar do otimismo do ministro, que deu como certo que assim será, o presidente da CEOE, Antonio Garmanedi, chamou à cautela.
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