Syngenta, um dos principais grupos mundiais dedicados à comercialização de sementes e produtos fitossanitários, registrou na primeira metade do ano uma faturamento por vendas de 12.200 milhões de dólares (10.500 milhões de euros). Esta cifra representa uma queda de 2,4% em relação ao mesmo período do exercício anterior, influenciado em boa medida pela retrocesso de sua atividade na China, em um contexto em que a companhia está realizando uma reestruturação de seu negócio.
Em contraste, o resultado bruto de exploração (Ebitda) avançou 2%, até alcançar os 2.400 milhões de dólares (2.060 milhões de euros), acima dos 2.300 milhões de dólares (1.975 milhões de euros) obtidos um ano antes.
Por áreas de negócio, a divisão de proteção de culturas gerou uns ingressos de 6.600 milhões de dólares (5.670 milhões de euros), o que representa um incremento de 3%, enquanto que a atividade de sementes aportou 2.500 milhões de dólares (2.150 milhões de euros), 4% a mais que no mesmo período do ano anterior.
A filial de origem israelense Adama, integrada na Syngenta, manteve estáveis suas vendas em 2.100 milhões de dólares (1.800 milhões de euros), em linha com o exercício anterior. Em paralelo, a faturação no mercado chinês contraiu 10,7%, até os 2.500 milhões de dólares.
Se se analisar apenas o segundo trimestre, os ingressos da Syngenta retrocederam 7%, até situar-se em 5.700 milhões de dólares (4.900 milhões de euros), enquanto que seu Ebitda diminuiu 2% em comparação interanual.
"Syngenta Group continua focado em acelerar a inovação e o desenvolvimento de capacidades digitais, ao mesmo tempo que gerencia a disciplina de custos em um ambiente macroeconômico e geopolítico volátil, para manter um crescimento rentável sob a nova liderança de Hengde Qin, que assumiu o cargo de conselheiro delegado em 1 de agosto de 2026", reza o comunicado emitido pela companhia.