Assim muda o mapa de voos da Galícia com Fly2Galicia: estas são as seis rotas novas desde Santiago

A nova companhia estreará em dezembro conexões com Granada, Zaragoza, Milão, Munique, Praga e Veneza que não figuram atualmente na oferta de Lavacolla. Alicante e Bruxelas já aparecem na programação da Aena, enquanto a Wizz Air prepara também sua chegada a Zaragoza.

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Fly2Galicia prevê começar suas operações em 1 de dezembro de 2026 com um Airbus A320 baseado em Santiago e 17 frequências semanais para Alicante, Zaragoza, Granada, Bruxelas, Munique, Milão-Malpensa, Praga e Veneza.

A comparação com a programação que Aena publica atualmente para Santiago permite medir melhor o alcance do anúncio. Desses oito destinos, somente Alicante e Bruxelas-Charleroi aparecem agora entre as conexões diretas do aeroporto compostelano, ambas operadas pela Ryanair.

O cenário, no entanto, mudará antes do final do ano. Wizz Air também estreará uma conexão entre Santiago e Zaragoza em dezembro, o que fará com que Fly2Galicia não seja a única companhia a recuperar esse enlace.

Quais rotas da Fly2Galicia são novas desde Santiago

O mapa atual de destinos publicado pela Aena não inclui voos diretos de Santiago para Granada, Zaragoza, Milão, Munique, Praga nem Veneza. Isso significa que seis das oito conexões anunciadas pela Fly2Galicia representam, em relação à oferta vigente, a incorporação ou recuperação de destinos que não estão agora disponíveis desde Lavacolla.

A situação é distinta em Alicante e Bruxelas-Charleroi. Ambas as cidades fazem parte atualmente da rede do aeroporto e a Ryanair figura como operadora das duas conexões.

Em Zaragoza há um matiz adicional: a rota não existe atualmente desde Santiago, mas Wizz Air anunciou que começará a operá-la também em dezembro. O Concello de Santiago apresentou essa conexão como a recuperação de uma rota perdida meses atrás.

Rota do Fly2Galicia Existe atualmente de Santiago? Concorrência / situação Existe de A Coruña ou Vigo? Preço anunciado
Alicante Sim A Ryanair figura atualmente na rota Não na programação atual da Aena* A partir de 19 €
Zaragoza Não A Wizz Air prevê estreá-la também em dezembro Não A partir de 19 €
Granada Não Sem conexão direta atual de Santiago Não A partir de 19 €
Bruxelas Sim, via Charleroi A Ryanair opera atualmente Santiago-Charleroi Não A partir de 39 €
Milão-Malpensa Não Nova de Santiago Sim, de A Coruña A partir de 39 €
Munique Não Sem conexão direta atual de Santiago Não A partir de 49 €
Praga Não Sem conexão direta atual de Santiago Não A partir de 49 €
Veneza Não Sem conexão direta atual de Santiago Não A partir de 49 €

Alicante e Bruxelas: as duas rotas que já tem Santiago

A concorrência mais direta que se pode identificar com a programação vigente se concentra em Alicante e Bruxelas. A Aena inclui atualmente Alicante-Elche e Bruxelas-Charleroi entre os destinos de Santiago. Em ambos os casos, A Ryanair aparece como companhia operadora.

Fly2Galicia propõe para Alicante três frequências semanais, uma a mais do que as duas previstas para cada uma das outras sete rotas. A tarifa anunciada partirá de 19 euros.

Em Bruxelas, os bilhetes foram anunciados a partir de 39 euros. Existe, isso sim, uma cautela necessária ao comparar ambas as ofertas: a informação inicial de Fly2Galicia fala de Bruxelas sem concretizar publicamente em todas as suas comunicações o aeroporto, enquanto a Ryanair conecta Santiago com Charleroi.

Zaragoza terá dois novos operadores

Zaragoza representa um caso distinto. Não aparece atualmente entre os destinos de Lavacolla publicados pela Aena, mas duas companhias pretendem voar a rota durante o próximo inverno.

Fly2Galicia escolheu precisamente Santiago-Zaragoza para seu voo inaugural de 1 de dezembro. A companhia oferecerá duas frequências semanais e bilhetes a partir de 19 euros.

A Wizz Air também tem previsto incorporar Zaragoza à sua nova base em Santiago durante dezembro. O enlace faz parte da ampliação com a qual a companhia aérea somará voos nacionais para Gran Canaria, Fuerteventura, Tenerife Norte, Málaga e Zaragoza, além de Roma e Varsóvia no âmbito internacional.

Se ambos os calendários se mantiverem, Zaragoza será uma das primeiras rotas em que a Fly2Galicia terá concorrência direta desde o início de suas operações.

Milão, a conexão que já existe de A Coruña

O mapa muda ao ampliar a comparação para os outros dois aeroportos galegos.

A Aena inclui atualmente Milão-Malpensa entre os destinos diretos de A Coruña, enquanto não figura entre as conexões atuais de Santiago nem de Vigo.

A conexão entre A Coruña e Malpensa está sendo operada pela easyJet, com dois voos semanais em parte de sua programação e disponibilidade anunciada também para os próximos meses.

Portanto, a Fly2Galicia introduzirá uma rota nova para Santiago, mas não uma conexão inédita para o conjunto da Galícia.

Esse sobreposição já entrou no debate institucional. O Concello de A Coruña pediu uma maior coordenação entre os aeroportos galegos e assinalou precisamente Alicante e Milão ao questionar a duplicação de algumas conexões.

Vigo não tem atualmente nenhuma das oito rotas

A diferença é maior em Peinador.

A programação vigente da Aena para Vigo recolhe apenas conexões diretas com Barcelona, Gran Canaria, Madrid, Palma de Mallorca, Santander e Tenerife Norte. Nenhum dos oito destinos iniciais da Fly2Galicia aparece atualmente nessa relação.

A Fly2Galicia, em qualquer caso, não fechou a porta a ampliar sua presença. Seu responsável, Gueorgui Iavorov Popov, assinalou que a empresa poderia estudar no futuro bases tanto em Vigo quanto em A Coruña, embora por agora não existam rotas concretas anunciadas de nenhum dos dois aeroportos.

Seis destinos que Santiago não oferece atualmente

O principal efeito da Fly2Galicia será, portanto, ampliar o leque de conexões diretas de Santiago.

Granada, Zaragoza, Milão, Munique, Praga e Veneza não figuram atualmente entre os 29 destinos publicados pela Aena para o Rosalía de Castro. Alicante e Bruxelas sim estão presentes e Zaragoza se incorporará também à oferta da Wizz Air durante o inverno.

A fotografia aérea galega será distinta quando a Fly2Galicia começar a operar em dezembro: algumas rotas recuperarão conexões perdidas, outras introduzirão destinos europeus ausentes de Lavacolla e várias abrirão uma nova concorrência entre companhias aéreas ou entre os próprios aeroportos de Santiago, A Coruña e Vigo.

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¿Qué trámites debe completar Fly2Galicia para obtener los permisos de operación y slots en el aeropuerto de Santiago?

Para que una compañía como Fly2Galicia pueda operar vuelos comerciales regulares en el aeropuerto de Santiago de Compostela (SCQ), debe superar varios bloques de trámites: certificación como operador aéreo, licencias económicas, requisitos de seguridad y seguros, y, en paralelo, la obtención de slots y contratos con AENA. Muchos pasos se solapan en el tiempo, pero algunos son absolutamente imprescindibles antes de despegar.

1. Certificación y licencias estatales (AESA / Ministerio)

El núcleo del proceso está en la Agencia Estatal de Seguridad Aérea (AESA) y el Ministerio competente en transporte aéreo:

  • Constitución de la empresa y estructura: crear la sociedad, definir accionistas y órgano de administración, plan de negocio y plan de flota, manual de operaciones y organización de seguridad (gestor responsable, responsable de operaciones, mantenimiento, etc.).
  • Certificado de Operador Aéreo (AOC): AESA evalúa que la aerolínea tiene capacidad técnica y organizativa para operar con seguridad. Se revisan:
    • Manuales (operaciones, mantenimiento, formación, seguridad operacional/SMS).
    • Tripulaciones y personal técnico habilitado.
    • Contratos de mantenimiento, handling, combustible, etc.
    • Ensayos y demostraciones de procedimientos.
    El AOC es imprescindible para operar vuelos comerciales regulares.
  • Licencia de explotación (licencia de operador aéreo comunitario): es la autorización económica para explotar servicios aéreos. En la UE exige:
    • Domicilio y control efectivo en un Estado miembro.
    • Mayoría de capital y control por personas o empresas de la UE.
    • Solvencia financiera acreditada para cubrir al menos los costes de 3 meses de actividad.
    Normalmente se tramita en paralelo al AOC, pero la licencia queda condicionada a la obtención efectiva del certificado.
  • Registro de aeronaves en el Registro de Matrícula de Aeronaves español (o de otro Estado miembro) y anotación de la explotación por Fly2Galicia.

2. Seguridad operacional y seguros obligatorios

Antes de operar, la aerolínea debe acreditar:

  • Implantación de un Sistema de Gestión de la Seguridad (SMS), con análisis de riesgos, reporte de sucesos y cultura de seguridad.
  • Cumplimiento de la normativa EASA sobre mantenimiento continuo de la aeronavegabilidad (CAMO/Part-CAMO) y operaciones (Part-OPS).
  • Seguros obligatorios:
    • Responsabilidad civil frente a pasajeros, equipaje y carga (Reglamento (CE) 785/2004).
    • Responsabilidad frente a terceros en superficie.
    • Otros seguros que puedan exigir contratos con AENA o proveedores.

Sin esta cobertura aseguradora y sin los sistemas de seguridad aprobados por AESA es imposible operar legalmente.

3. Slots y permisos en el aeropuerto de Santiago

El aeropuerto de Santiago de Compostela es un aeropuerto gestionado por AENA y sujeto a reglas europeas de slots cuando hay saturación.

  • Relación contractual con AENA:
    • Alta como cliente aeroportuario y firma de contratos de servicios.
    • Determinación de la operativa: bases, oficinas, mostradores, almacenes, etc.
    • Aceptación de las tasas aeroportuarias (aterrizaje, pasajeros, seguridad, estacionamiento, finger, etc.).
  • Obtención de slots:
    • Los slots se asignan conforme al Reglamento europeo de slots y los sistemas de coordinación (en España existe un coordinador designado).
    • Fly2Galicia debe solicitar franjas horarias para despegues y aterrizajes en las temporadas IATA (verano/invierno), indicando ruta, tipo de aeronave y frecuencia.
    • El coordinador asigna slots en función de la capacidad declarada del aeropuerto y la disponibilidad. En aeropuertos menos congestionados, la asignación es más flexible, pero sigue el mismo marco legal.
  • Permisos de handling y seguridad:
    • Contratar o certificar servicios de asistencia en tierra (propios o de terceros) habilitados en Santiago.
    • Cumplir la normativa de seguridad aeroportuaria (controles de acceso, formación AVSEC, acreditaciones de personal para zona restringida, etc.).

4. Dimensión europea y derechos de tráfico

Si Fly2Galicia es un operador comunitario con AOC y licencia de un Estado miembro de la UE, disfruta de la libertad de prestar servicios aéreos dentro de la UE sin autorizaciones bilaterales adicionales. No obstante:

  • Debe cumplir íntegramente la normativa EASA (licencias de tripulación, mantenimiento, operaciones, etc.).
  • Para rutas a países terceros (fuera de la UE/Espacio Económico Europeo), pueden requerirse:
    • Derechos de tráfico en virtud de acuerdos bilaterales o UE–tercer país.
    • Autorizaciones específicas de la autoridad del país de destino.

5. Qué es imprescindible y qué puede ir en paralelo

  • Imprescindible antes del primer vuelo comercial:
    • AOC en vigor.
    • Licencia de explotación.
    • Aeronaves matriculadas y adscritas al operador.
    • Seguros obligatorios.
    • Slots confirmados (cuando proceda) y contrato operativo con AENA para el uso de instalaciones.
  • En paralelo o ajustable en fases posteriores:
    • Ampliación de red de rutas y slots adicionales.
    • Desarrollo de bases operativas y oficinas propias en el aeropuerto.
    • Servicios complementarios (acuerdos de interlínea, programas de fidelización, códigos compartidos).

En términos prácticos, Fly2Galicia debería planificar de forma integrada el calendario de certificación ante AESA y la negociación de slots y servicios con AENA, para llegar al inicio de operaciones en Santiago con todos los permisos críticos ya concedidos y margen para ajustar horarios y capacidad en función de la demanda.

¿Qué plazos aproximados suele llevar obtener el AOC y la licencia de explotación para una nueva aerolínea como Fly2Galicia? ¿Qué tasas concretas cobraría AENA a Fly2Galicia por operar vuelos nacionales y europeos desde Santiago? ¿Qué estrategia de solicitud de slots sería más adecuada para que Fly2Galicia entre en rutas ya operadas desde Santiago sin perder competitividad?

¿Cuáles son las competencias del Concello de Santiago en la gestión y coordinación de conexiones aéreas?

El Concello de Santiago tiene un papel relevante en la promoción y en la coordinación política alrededor del aeropuerto de Santiago-Rosalía de Castro, pero sus competencias sobre las conexiones aéreas son fundamentalmente indirectas y de apoyo. La capacidad de decidir rutas, gestionar el aeropuerto o fijar tarifas corresponde al Estado y a Aena.

1. Marco jurídico básico y límites competenciales

  • Varios documentos oficiales recuerdan que, conforme al artículo 149.1.20 de la Constitución, la competencia sobre los aeropuertos de interés general es exclusiva del Estado, y la gestión corresponde a Aena (por ejemplo, notas de la Xunta recogidas en este comunicado).
  • La Ley 48/1960 de Navegación Aérea y la Ley 21/2003 de Seguridad Aérea, modificadas recientemente por el Proyecto de Ley de Navegación y Seguridad Aérea, consolidan ese esquema: el Estado y Aena planifican y gestionan los aeropuertos de interés general, sus planes directores, servidumbres aeronáuticas, etc.
  • En Galicia, la Xunta asume un rol de promoción en origen y cofinanciación de rutas, pero insiste en que la competencia aeroportuaria es estatal y que la comunidad “solo hace promoción de Galicia en origen y no subvenciona vuelos” (nota del 4/9/2025, disponible aquí).

En este marco, el Concello de Santiago no puede autorizar vuelos, imponer u organizar rutas, gestionar la infraestructura ni regular tarifas o tasas aeroportuarias.

2. Competencias y funciones propias del Concello de Santiago

a) Promoción turística y económica vinculada al aeropuerto
  • El Concello actúa como administración de destino: diseña y ejecuta políticas de promoción turística de Santiago y su entorno, en coordinación con la Xunta y Turespaña.
  • La Xunta y el Ayuntamiento han firmado y prorrogado un Plan de Sostenibilidad Turística de Destino en Santiago (segunda adenda publicada en el BOE el 26/03/2026: enlace), que financia actuaciones de gestión turística de la ciudad, algunas de las cuales se apoyan en la conectividad aérea.
  • En una reunión entre Turismo de Galicia y el Ayuntamiento (nota de 7/5/2026, enlace), ambas administraciones se comprometen a compartir datos de flujos de visitantes y a coordinar acciones, incluyendo el “ámbito aeroportuario”, para desestacionalizar y gestionar mejor la llegada de turistas.
b) Participación en órganos y grupos de trabajo sobre conectividad
  • El Concello participa, a través de su concejalía de Turismo, en el grupo de trabajo de conectividad aérea de Galicia creado en el seno del Comité de Coordinación Aeroportuaria, donde están representados Estado, Xunta, ayuntamientos y sector privado (ver notas de la Xunta de 5/11/2025 y 20/05/2026, por ejemplo aquí).
  • En este foro, el Ayuntamiento puede plantear necesidades de conectividad, apoyar propuestas de nuevas rutas y opinar sobre la especialización y coordinación de los tres aeropuertos gallegos, aunque las decisiones finales las toman Estado y Aena.
c) Colaboración en la promoción de rutas
  • La estrategia gallega actual se basa en “promoción en origen”, financiada principalmente por la Xunta (13 millones de euros anuales y hasta 100.000 € por nueva ruta y aeropuerto, según la nota de 20/05/2026, enlace).
  • La propia Xunta “invita” a otras administraciones, incluido el Concello de Santiago, a sumarse financieramente o en especie a estas campañas coordinadas de promoción de rutas.
  • El Ayuntamiento participa también en convenios de promoción específicos de la ruta Newark–Santiago a través de Turespaña y United, centrados en marketing del destino (nota de 12/08/2026: enlace).
d) Relación directa con aerolíneas y proyectos privados
  • En la práctica, el Concello mantiene reuniones y contactos con aerolíneas y promotores de proyectos (como el caso reciente de Fly2Galicia, que afirma haber trabajado “de forma coordinada con Aena y el Ayuntamiento de Santiago” y haber tenido conversaciones con la Xunta, según recoge Demócrata en esta pieza).
  • Estas reuniones se encuadran en sus competencias de promoción económica y turística: valorar proyectos, dar apoyo institucional, coordinar mensajes públicos y, en su caso, facilitar información sobre la ciudad y su entorno.
e) Movilidad terrestre y accesos urbanos
  • El Ayuntamiento sí tiene competencia directa sobre el transporte urbano (bus urbano, taxis) y sobre la planificación viaria y urbanística que facilita el acceso al aeropuerto desde la ciudad.
  • Mientras la Xunta organiza los servicios interurbanos (como los refuerzos de autobús con motivo de cierres temporales de otros aeropuertos), el Concello puede adaptar su red urbana, paradas, licencias de taxi, etc., para integrar mejor el aeropuerto en la movilidad cotidiana de Santiago.

3. Síntesis

En resumen, el Concello de Santiago no “gestiona” ni “coordina” jurídicamente las conexiones aéreas, porque esa potestad reside en el Estado y Aena. Sus competencias se centran en:

  • Promoción turística y de ciudad ligada a la conectividad aérea.
  • Participación y voz en órganos de coordinación (Comité de Coordinación Aeroportuaria, grupos de trabajo de conectividad).
  • Colaboración económica o institucional en campañas de promoción de rutas impulsadas por Xunta, Turespaña y aerolíneas.
  • Planificación local de accesos y transporte urbano hacia y desde el aeropuerto.

Su papel es, por tanto, el de un actor clave en la política de destino y en la interlocución institucional, pero sin competencias ejecutivas sobre la gestión aeroportuaria ni sobre la programación de vuelos.

¿Puedes detallar qué dice exactamente el convenio del Plan de Sostenibilidad Turística entre el Concello de Santiago, la Xunta y Turespaña sobre el aeropuerto? ¿Qué papel tiene el Comité de Coordinación Aeroportuaria de Galicia y cómo participa en él el Ayuntamiento de Santiago? ¿Cómo encaja la conectividad aérea de Santiago en la estrategia gallega de promoción en origen y qué impacto tiene en otras ciudades gallegas?

¿Cuál ha sido la trayectoria profesional de Gueorgui Iavorov Popov antes de dirigir Fly2Galicia?

La información disponible sobre la trayectoria profesional de Gueorgui Iavorov Popov antes de ponerse al frente del proyecto Fly2Galicia es muy limitada. Las fuentes consultadas (incluidas noticias especializadas de Demócrata y bases de datos institucionales) solo permiten reconstruir de forma fiable un antecedente empresarial concreto —la sociedad Alpha Tour Europe S.L.— y algunas afirmaciones del propio promotor sobre su experiencia en los sectores de la aviación, el turismo y el transporte. No consta, en cambio, un currículum detallado ni cargos previos en grandes aerolíneas o en administraciones públicas españolas.

Actividad empresarial previa: Alpha Tour Europe S.L.

El único proyecto profesional anterior a Fly2Galicia documentado con claridad es Alpha Tour Europe S.L.:

  • Según el análisis de Demócrata sobre quién está detrás de Fly2Galicia, Gueorgui Iavorov Popov constituyó en 2022 la sociedad Alpha Tour Europe S.L. como empresa unipersonal, con un capital social de 3.000 euros y dedicada a las actividades de los operadores turísticos.
  • El proyecto se presentó como una iniciativa vinculada al turismo aéreo, que anunció conexiones entre Palma de Mallorca y varias ciudades de Alemania.
  • En una pieza de contexto sobre Fly2Galicia, el propio Popov sostiene que Alpha Tour Europe llegó a realizar ocho vuelos chárter durante la Semana Santa de 2022 para un cliente alemán, en un formato muy acotado y sin vocación de convertirse en una aerolínea regular.
  • Sin embargo, el reportaje de fondo de Demócrata subraya que, desde el punto de vista del sector, aquel proyecto se recibió como una iniciativa que “anunció” rutas regulares pero cuyos vuelos “finalmente no llegaron a operar” como tal programa estable, lo que explica parte de la cautela con la que se observa ahora Fly2Galicia.

En resumen, el principal antecedente profesional comprobable de Iavorov Popov en el ámbito empresarial antes de Fly2Galicia es la puesta en marcha de Alpha Tour Europe S.L., ligada a operaciones chárter y a la comercialización de vuelos turísticos desde España hacia Alemania, con un alcance muy limitado y sin continuidad conocida.

Vínculos con Fly2Galicia y estructura societaria

Aunque ya forma parte de la etapa actual, las noticias aportan algunos datos que ayudan a entender la evolución de su perfil empresarial:

  • En enero de 2026 se constituye en Santiago de Compostela Aviation & Mobility Services Group S.L., sociedad matriz que utiliza la marca comercial Fly2Galicia.
  • El Boletín Oficial del Registro Mercantil recoge a Gueorgui Iavorov Popov Popov como socio único y administrador de esta compañía, con un capital social inicial de 1 euro y encuadrada en el epígrafe de agencias de viajes.
  • Desde ahí impulsa el modelo de “aerolínea virtual” que comercializa vuelos bajo la marca Fly2Galicia mediante la contratación de un operador aéreo europeo con certificado AOC y licencia propios.

Aunque estos datos pertenecen ya a la etapa de Fly2Galicia, muestran la continuidad de un perfil de empresario del sector turístico-aéreo que pasa de un proyecto chárter y de turoperación (Alpha Tour Europe) a un esquema más ambicioso de marca aérea regional basada en contratos ACMI.

Experiencia alegada y lagunas de información

En las entrevistas y declaraciones recogidas por Demócrata, Popov afirma disponer de “más de diez años de experiencia profesional” en actividades relacionadas con la aviación, el turismo y el transporte. No obstante:

  • Las informaciones periodísticas consultadas no desglosan en qué empresas, países o puestos habría desarrollado esa supuesta década de trayectoria.
  • Las bases de datos de nombramientos oficiales y de cargos en organismos públicos no arrojan registros de Gueorgui Iavorov Popov como directivo o consejero en administraciones españolas, empresas públicas ni grandes sociedades cotizadas.
  • Tampoco aparecen perfiles suyos en los repertorios habituales de altos directivos del sector aéreo europeo previos a la creación de Alpha Tour Europe.

Esto implica que, más allá de las dos sociedades identificadas (Alpha Tour Europe S.L. y Aviation & Mobility Services Group S.L.) y de sus propias afirmaciones generales sobre su experiencia, no existe un currículum público detallado que permita trazar con precisión su carrera profesional previa: ni cargos anteriores, ni formación académica, ni participación en otros proyectos empresariales claramente documentados.

Conclusión

Con la información disponible en registros mercantiles y en la prensa especializada, la trayectoria profesional conocida de Gueorgui Iavorov Popov antes de dirigir Fly2Galicia se resume en su papel como promotor y propietario de Alpha Tour Europe S.L., una iniciativa de turoperación y vuelos chárter de alcance limitado, y en su autodefinición como profesional con más de una década de experiencia en aviación, turismo y transporte. Fuera de ese marco, no se han encontrado cargos en grandes aerolíneas, empresas cotizadas ni administraciones públicas españolas que permitan completar un perfil biográfico más amplio.

¿Puedes detallar qué se sabe exactamente de Alpha Tour Europe S.L. y por qué se considera un antecedente relevante para valorar Fly2Galicia? ¿Qué dudas y riesgos señalan las informaciones de prensa sobre el proyecto Fly2Galicia y sobre la figura de su promotor? ¿Cómo se regulan en España los modelos de aerolínea virtual y los contratos ACMI que plantea usar Fly2Galicia?

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¿En qué fecha prevé Fly2Galicia iniciar sus operaciones desde Santiago?

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¿Qué destinos serán nuevas rutas directas desde Santiago con Fly2Galicia respecto a la oferta actual?

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¿Qué compañía también ha anunciado la apertura de la ruta Santiago-Zaragoza para diciembre?

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