O número de vítimas mortais pelo incêndio declarado na terça-feira em um complexo gasístico da região russa de Amur, no extremo oriental do país, aumentou para 15, segundo confirmou nesta quinta-feira a empresa responsável pelas instalações, que precisou que quatorze dos falecidos são de nacionalidade estrangeira.
Em um comunicado divulgado em suas redes sociais, a empresa informou que "as operações de busca e resgate foram concluídas" e ressaltou que "todos os falecidos são empregados". Além disso, detalhou que o incidente deixou outros 39 feridos, vários deles transferidos de avião para Moscou para receber atendimento médico especializado.
A companhia comunicou igualmente que pagará compensações econômicas tanto aos familiares dos falecidos quanto aos trabalhadores feridos. Ao mesmo tempo, sublinhou que continua realizando controles sobre a qualidade do ar na área do complexo e nas populações próximas, sem que até o momento tenham sido detectadas "concentrações acima do permitido".
Na quarta-feira, a empresa já havia adiantado que a maioria das vítimas mortais eram cidadãos chineses e confirmou que as chamas haviam sido "totalmente extintas". As causas do incêndio ainda não foram esclarecidas e estão sendo investigadas pelas autoridades russas competentes.